terça-feira, 20 de novembro de 2012

Capítulo 16:


Joe Jonas

Condenei-me  por dizer aquilo à Demi. Agora ela vai ficar colocando caraminholas na cabeça. Eu não devia ter dito.
Estávamos na sala assistindo televisão e eu não queria ir para o meu quarto, toda vez que eu entrava lá, eu me lembrava da cena lastimável que aconteceu, foi tudo lá. Até o perfume dela ficava no quarto me trazendo a lembrança novamente.
Eu poderia até dormir no quarto de hóspedes, mas Demi já estava lá, eu não ia tira-la só para o meu conforto.
- Demi, por acaso já se acomodou no quarto de hóspedes?
- Sim, por quê? – ela sorriu quando me fez essa pergunta.
- Bem, eu não quero entrar naquele quarto de novo, Demi. Eu não consigo. Toda a vez que eu entro eu me lembro daquilo e meu coração se aperta.
 - Vem cá! – Demi pegou em minhas mãos e subimos as escadas até a porta do meu quarto. – Feche os olhos.
Mesmo perdido no que ela queria, eu fechei. Não sabia o que estava por vir. Ouvi o barulho da porta sendo aberta, demos alguns passos e Demi me mandou abrir os olhos. Eu estava com medo do que eu podia ver, mas eu abri devagar.
- Uau! – foi o que eu consegui dizer. - Demi, o que fez aqui? Está tudo tão diferente!
Demi tinha mudado os móveis de lugar, trocado todos os enfeites do quarto, de alguma forma ele parecia vazio, mas eu não tinha a lembrança ruim.
- O que achou? – Ela estava sorridente.
Era engraçado como Demi sabia o que fazer, mas que mulher perfeita.
- Obrigado, Demi! Acho que eu não mereço uma amiga igual a você, sabia? Você é perfeita!
- Perfeita eu não sou. E aí? Acha que consegue dormir aqui, agora?
- Acho que sim, mas por via das dúvidas. Prefiro vir quando tiver com sono.
- Como quiser. – Ela sorria. Estava satisfeita com o resultado.
- Fez tudo isso sozinha? – perguntei me referindo aos móveis que foram arrastados e ainda me pergunto como não ouvi.
- Queria fazer uma surpresa para você, Joe.
- Você é perfeita mesmo.
- Pare de dizer que eu sou perfeita. – Ela disse com o rosto vermelho r os olhos brilhando, eu a abracei.
- Obrigado, Demi. Eu te amo, sabia?
- Se me abraçar desse jeito de novo, eu caso com você. – disse brincalhona.
- Até que não é má ideia. O que acha, hein? Depois que Wilmer te der um pé no traseiro você pode me procurar, tá?
- Pode deixar, Joe. Você me conforta tanto com essa proposta! – ela foi irônica e eu nem lembrava que o tal noivo não tinha dado a resposta a ela ainda.
- Não se preocupe, “docinho”. – imitei Wilmer e Demi  gargalhou.
Era tão bom estar com ela, eu ficava bem.
- Imitação perfeita, Joe. Agora fiquei dividida entre você e ele.
- Se eu fosse você ficava comigo, eu me caso amanhã se quiser.
- Falando em amanhã, você precisa ir para imobiliária amanhã, tá?
- Tudo bem, eu vou. Trabalhar faz bem para mim.

Assistimos um pouco de televisão, quando era quase uma da manhã, estávamos assistindo um filme meio sem graça e percebi que Demi não conseguia ficar acordada, ela estava cochilando o tempo todo. Devia estar muito cansada. Não é para menos, a aluguei o dia inteiro.
- Vamos dormir, Demi? – perguntei.
- Vamos. – ela levantou, eu desliguei a tevê enquanto ela foi ver se as portas e janelas estavam fechadas e logo me lembrei de que era Ashley quem fazia isso.
Subimos as escadas e no corredor do segundo andar, ela me deu um beijo de boa noite e entrou no quarto de hóspedes.
Entrei no meu quarto, quase recém-reformado, e aquela lembrança não invadiu minha mente como da outra vez. Arrumei a cama, apaguei o abajur e deitei.
Depois de uns vinte minutos virando e revirando na cama, fiquei pensando nas inúmeras vezes que Ashley conseguia me fazer dormir, ela passava a mão nos meus cabelos e eu dormia.
Eu tinha ódio dela, mas ela sempre estava na minha cabeça, o que me fazia ter mais raiva. Ela torturou a minha mente até as duas da manhã, foi quando eu levantei.
Eu queria mesmo era encher a cara para ver se ela saía da minha cabeça, mas quando cheguei à cozinha não tinha nenhuma bebida, Demi jogou tudo fora. Bebi água e eu não queria subir, eu não tinha sono. Acho até que eu não queria sonhar. Se ela já estava na minha cabeça, imagina nos sonhos?! Bem, infelizmente eu tinha que subir e tentar dormir, amanhã eu tinha que trabalhar.
Quando deitei na minha cama de novo tive a ideia de pegar um livro. Há muito tempo eu não lia e, veio a calhar agora. Incrível como eu não conseguia tira-la da minha cabeça, cansei de tentar ler o livro.
A única coisa, ou melhor, pessoa que me fazia esquecer Ashley era Demi.
Andei bem devagarinho até o quarto que ela estava, abri a porta bem devagar com medo de fazer barulho, me deitei ao seu lado, com muito cuidado para ela não acordar, envolvi meus braços na sua cintura, ela se mexeu pegou-os de uma maneira que eu pudesse abraça-la mais. Pense que ela devia ter sonhado com Wilmer ou coisa assim, mas...
- Não consegue esquecê-la, não é?
- É – sussurrei.
Demi se virou para mim, e me abraçou levando suas mãos para o meu cabelo, mas como ela sabia? Eu nunca contei que só assim eu conseguia dormir. Ela me deu um beijo na bochecha, mas como estava escuro, pegou perto dos meus lábios. Ela estava sonolenta de mais para se dar conta do que estava fazendo e eu também não ia contar. Essa proximidade já era muito grande, afinal éramos só melhores amigos.

Acordamos juntos com aquele relógio barulhento daquele quarto, na manhã de terça-feira.
- Se você não comprar outro relógio, eu juro que nunca mais eu durmo aqui. - Demi disse de maneira divertida.
- Eu prometo comprar, mas você tem que me prometer que vai dormir aqui essa noite.
- Prometo, Joe.
Eu estava ficando dependente da Demi.

Continua...

Oi meninas, desculpem por demorar!
Obrigada pelos comentários!
Hei, não esqueçam de comentar, eu quero postar mais capítulos para vocês, ok?


sábado, 10 de novembro de 2012

Capítulo 13, Capítulo 14 e Capítulo 15:


Demi Lovato
No dia seguinte, domingo...

Eu tinha até me esquecido de ligar para Joe, ele ia me matar. Nem sei porque lembrei dele nesse momento, mas lembrei. Como será que foi o pedido de casamento dele na sexta-feira? Liguei para ele, mas ele não me atendeu...
- Que foi, Demi?
- Joe não me atende!
- Ah, esquece o Joe, docinho. Temos tanto o que fazer hoje.
- Eu sinto que eu preciso falar com ele.
- Docinho, ele deve estar com noiva dele agora dormindo e você aí se preocupando à toa.
- Vou tentar só mais uma vez, ok?
- Então tenta mais tarde, pode ser? Agora, eu quero te levar num lugar maravilhoso que eu fiquei sabendo que tem e não é longe daqui, deve ser uma hora de distância só.
- Tudo bem, pode indo pegar o carro que eu vou ao banheiro.
- Ótimo. – Wil me deu um selinho e saiu do quarto de hotel. Tentei ligar para Joe mais uma vez e não consegui e quando achei que ele tinha atendido, foi a secretária.
- Olá, aqui é Joseph, provavelmente não estou em casa ou eu e Ash não queremos atender agora. Sabe como é, né? Deixe sua mensagem após o sinal, se for importante eu retorno. - ouvi um sinal.
- Joe, eu preciso falar com você. Eu sei que deve estar ocupado agora, mas assim que puder você me liga? Estou preocupada com você e... Me desculpa não ter te ligado. Te amo, beijos! Já sinto a sua falta. – fiz a voz mais chorosa que poderia para que ele pudesse me ligar.
Depois desci para o saguão do hotel.
- Nossa demorou, sabia?
- Desculpa, eu aproveitei para passar um batonzinho...
- Que batom?
- Eu não achei e para você não ficar me esperando, eu desci.

Wilmer me mostrou o lugar que ele queria e ele era lindo. Como ele mesmo havia dito, não era longe. Só que minha mente ficava em Joe o tempo todo, será que estava tudo bem com ele?
- Aqui é lindo! – Wilmer disse.
- Realmente, é perfeito!
- Docinho, você e essa cabecinha longe! Será que pode esquecer toda a nossa briga de sexta-feira e se focar na viagem? Eu sei que é um pouco difícil esquecer, mas tente não lembrar. Eu sei que sempre quis estar aqui, mas... Não estraga pensando nisso.
- Eu não estava pensando nisso. Estava pensando em Joe.
- Em Joe?
- É, estou preocupada com ele. Ele sempre atende ao telefone.
- Já disse para esquece-lo!
Ignorei meu noivo insensível e observei a cena. Era um lugar bem romântico, se ele se importasse comigo estaria me abraçando e dizendo com calma que tudo que eu estava pensando era uma bobeira, que logo Joe iria me ligar, iria me beijar, dizer que me ama, mas... Ele não fez nada disso. Isso me fez pensar que eu tinha certeza: Wilmer tinha outra e estava prestes a me largar.  Eu tinha que ser forte!

Voltamos para o hotel, já eram quatro da tarde.
- Demi, eu vou tomar banho, ok? Tente ligar para Joe e vai ver que era bobeira sua. – Wilmer disse de uma maneira irônica e prepotente que eu não gostei nem um pouquinho, mas eu o fiz. Liguei para Joe. Afinal, meus pressentimentos não eram bons.
- Alô. - finalmente Joe atendeu  o telefone, tinha a voz grossa.  Sabia que algo tinha acontecido!
- Joe, o que houve? – fui bem direta.
- Eu me... Estou me sentindo um lixo.
- Joe, me explique, por favor.
- Terminei com Ashley, Demi. – ele parou um pouco. Para mim, estava tentando controlar o choro. - Ela me traiu, ela me traia!
- Como... Como você descobriu?
- Eu a vi com outro na nossa casa ,Demi.
- Que vaca! - sussurrei.- Joe, fique calmo. Fique tranquilo, Joe... Eu... - antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, Joe desligou o telefone. Conhecendo-o bem, ele estava chorando e para eu não perceber, ele desligou.
Tinha medo que ele fizesse algo que comprometesse a saúde dele ou até se matar.
- Wilmer, precisamos ir!
- Ir para onde? Embora? Por quê?
- Joe precisa da minha ajuda e eu não posso ficar aqui de braços cruzados.
- Eu não vou cancelar a NOSSA viagem, só porque o SEU melhor amigo esta precisando de VOCÊ. – Wilmer estava visivelmente nervoso.
- Ótimo, eu vou sozinha!
- Não.
- Acha que é quem?
- O seu noivo.
- É mesmo meu noivo? Ou é apenas meu namorado? – disse me lembrando de todas as vezes que ele só dizia que eu era sua namorada. – Eu não tenho tempo para discutir agora, eu vou voltar.
- A cada dia você fica mais parecida com a Ge...
- Com quem?
- Com ninguém, DEMETRIA! – Wilmer disse furioso, começou a arrumar suas coisas também.
- Não quero que vá!
- Mas eu vou! – Terminamos de arrumar tudo em silêncio. Wilmer sabia que eu não mudaria nada.
Depois de tomar um banho rápido, me arrumei e fomos para o aeroporto. Wilmer conseguiu, por um milagre talvez, passagens de última hora. Durante o voo ficamos em silêncio, na verdade eu fiquei em silêncio. Wilmer havia gritado comigo e, eu ODEIO que gritem comigo, ele vai precisar de muito para me pedir desculpas. Dessa vez flores e sexo não vão mudar isso.
- Me deixe na casa de Joe. – disse a Wilmer assim que entramos em casa.
- Não. Vamos para casa, precisamos conversar.
- Não precisamos conversar, eu não quero conversar. Só quero ir à casa de Joe.
- Não vou te levar para lá.
- Então, saia do carro!
- O quê?
- Este carro é meu. Saia do carro, eu tenho pressa. – Já eram dez da noite e Joe estava sofrendo há muito tempo sozinho, ele precisa de mim.
- Você só pode estar brincando!
- Não estou, eu estou falando sério.
- Tudo bem, Demi! Vamos fazer assim: me deixe na sua casa para que eu possa pegar o meu carro e depois faça o que quiser com o seu carro.
Eu sei que estava sendo totalmente infantil com esse negocio de “meu” e “seu”, mas eu tinha que tentar impor alguma coisa.
Capítulo 14:
Joe Jonas
  O domingo inteiro e eu estava no mesmo lugar bebendo desde ontem. Depois da garrafa de vinho, busquei outras. Só não me pergunte quais, pois eu não conhecia nem a metade.
Dormi na sala mesmo e nem havia tomado banho ainda... Eu queria que aquela dor acabasse e que tudo só fizesse parte de um pesadelo.
A campainha tocou e eu nem me importei, pode ser o entregador, ou... Algum vizinho chato. Por fim a campainha parou de tocar, foi quando eu vi o reflexo da Demi na janela.
Eu devia estar muito bêbado, pois Demi estava numa viagem com o panaca do noivo. Levantei com muito dificuldade, abri a porta e me sentei de novo e... Não vi, ou não me lembro de muita coisa. Posso descrever algumas coisas, como água – muito - gelada caindo sobre mim e uma cama macia mais nada.

No dia seguinte, uma forte dor de cabeça começou assim que eu abri os meus olhos. Só sei que Demi estava na minha frente, com uma caneca na mão.
- Vou fechar a janela para você. Deve estar com dor de cabeça, não é?
- É. - foi só o que eu disse. Demi fechou as janelas e, de alguma forma eu conseguia abrir os olhos.
- Não devia beber desse jeito. – me entregou o copo com algo fervendo e amargo.
- O que tem aqui?
- Um café bem forte para levantar os ânimos e tentar voltar o seu sangue ao normal.
- Não lembro de você entrando...
- Dê graças a Deus que eu vim, tá? Você teria morrido de coma alcoólico. - Demi riu.- Brincadeira. Eu cheguei ontem à noite e você abriu a porta para mim. Estava completamente bêbado, não me espanto que não se lembre de muita coisa. Ah, espero que não tenha gastado muito dinheiro com aquelas bebidas porque eu joguei fora as que você não tomou.
- Era a única coisa que me confortava.
- Agora eu estou aqui e não precisa de bebida nenhuma. E por falar nisso, não me disse o que aconteceu.
- Ashley me traia desde quando começamos o namoro, ela e o amante só queriam o meu dinheiro. Sábado eu tive uma emergência e fui trabalhar e quando cheguei a vi com ele nessa cama. – disse me levantando, quando percebi que estava no mesmo local que eles.
- Joe, vá tomar um banho. Daqui a pouco a comida vai chegar.
- Comida?
- Já está na hora de almoçar.
Durante o almoço contei tudo a Demi ela estava um pouco triste com o que aconteceu, mas ela parecia estar triste com mais alguma coisa.
- ... E foi isso.
- Joe, acho que agiu certo em jogar as coisas dela. Pelo menos isso explica uma blusa na sua entrada. Será que tem mais coisas dela por aí?
- Não sei, Demi. Esqueci completamente da imobiliária.
- Você não vai trabalhar hoje. Liguei para Divina e disse que estava doente e que eu ia ficar para resolvermos assuntos daqui mesmo, mas se não tiver em condições a gente nem precisa falar na imobiliária.
- É melhor trabalharmos.
- Assim que se fala, Joe!

Passamos o resto da tarde discutindo e analisando tabelas. Demi sabia, quer dizer, ela sempre sabe o que é bom e melhor para mim. Ela mesma não tinha cabeça para analisar nada daquilo, mesmo assim ela tentou.
Fechei o notebook que ela tinha em mãos. – O que houve?
- Nada.
- Você não me engana.
- Eu sei... Cansei de tentar, né? Wilmer e eu brigamos.
- E...
- E que eu não sei mais se devo continuar. Vou dizer a ele que ou nos casamos, ou fim... De tudo.
- Concordo com você. – Eu não sabia se o que Ashley disse era verdade, pois eram só as palavras dela, mas com isso Demi saberia a verdade.- Se o amor é o que une vocês, se não há mentiras ficarão feliz juntos.
- É aí que mora o problema. Wilmer tem algum tipo de segredo, que não pode me contar disse que iria me contar na hora certa e que iríamos nos casar.
- Insista no casamento e deixe bem claro sua posição. Casamento ou nada. É o mesmo do que a Verdade ou o Fim.

Eram quase cinco da tarde...
- Joe, eu preciso ir!
- Demi, será que pode ficar? Não quero ficar aqui sozinho, essa casa me lembra dela e... Com você aqui eu esqueço de tudo.
- Tudo bem, então. Bem, vou passar em casa e pegar algumas coisas, pode ser?
- Claro! Posso ir com você?
- Pode.

Quando entramos no carro da Demi, eu vi uma mala lá. Logo lembrei da viagem, que eu com certeza estraguei.
- Desculpe ter estragado sua viagem.
- Íamos embora ontem mesmo, só adiantamos um pouco, Joe. Não se preocupe. Sem contar que nessa viagem, Wilmer e eu brigamos mais que tudo. Não foi uma viagem boa, sabe?

Chegamos em frente ao prédio da Demi.
- Te espero aqui, não demora, tá? – disse a ela.
- Tudo bem.
Saí do carro para respirar um pouco, mas não saí de perto do carro. Quando olhei para cima, a luz do apartamento de Demi estava acesa e Demi tinha acabado de subir. Será que ela esqueceu acesa esse tempo todo?
Ignorei esse episódio e passei a observar a rua.
 Capítulo 15:
Demi Lovato

Quando cheguei ao meu andar, vi a luz acesa por debaixo da minha porta. Será que eu esqueci acesa ou alguém entrou? Logo me lembrei de Wilmer, ele tinha vindo aqui ontem à noite.
Abri a porta e escutei um barulho de vidro se quebrando, levei um susto, mas Wilmer saiu da cozinha esbravejando.
- O que faz aqui? – perguntei.
- Demetria, eu liguei para você um milhão de vezes e você não me atendeu. - ele estava bravo.- Liguei no seu trabalho e aquela mala da sua secretária me disse que não tinha ido trabalhar.
- Wilmer, que bom que você está aqui. Precisamos conversar.
- Agora quer terminar? Por acaso está arrependida de ter transado com Joseph?
- Ah, eu não transei com ninguém!
- Pare de mentir.
- Pare você de inventar coisas, Wilmer. Não aguento mais! Não quero terminar.
- Então, o que é?
- Vou ser bem clara: ou marcamos a data do casamento, ou o fim é agora.
- O quê?
- É isso mesmo que você ouviu! Olha, eu não sei como se sente em relação a tudo isso, mas o tempo está passando e... Eu quero ter uma família, quero ter filhos e leva-los a escola, ter um marido para quando eu chegar em casa poder me chamar de meu amor, entende? Essa vida de namorada, eu não quero mais. Wilmer.
- Demi, você não pode... Demi!
- É isso e ponto.
- Tudo bem, me dê um tempo para pensar.
- Pensar em que?
- Demi, não é uma coisa simples. Precisamos...
- Com licença.

Fui para o meu quarto arrumei minhas coisas para dormir na casa de Joseph.
 - Onde vai com isso?
- Não interessa! Você não queria pensar? Então pense. – saí de lá furiosa.

Quando desci, Joe me olhou curiosa.
- O que houve? – perguntou.
- Wilmer estava lá e eu disse a ele o que queria. – entrei no carro, logo depois Joe entrou também.
- E ele?
- Disse que ia pensar.
- Pensar?
- Eu sei, Joe. Já estou dando isso como o fim. Foram dez anos da minha vida jogados fora.
- Tente pensar nas coisas boas, Demi.
Realmente Wilmer e eu tivemos muitos momentos bons, mas queria passar muitos desses momentos juntos, como uma família de verdade. Queria poder ter outros momentos com ele, como um filho, por exemplo.
Pensar em tudo isso me deixava muito triste.

Depois que chegamos na casa do Joe, eu fui tomar banho e como costumam dizer por aí: é lá que temos as melhores ideias. Eu tinha que ocupar a minha cabeça com alguma coisa. Quando terminei coloquei meu plano em prática sem Joe saber.

Na hora do jantar, Joe me revelou uma coisa.
- Ashley disse que nunca cozinhou, detesta cozinhar e comprava sempre as comidas.
- Jura? Me diz, então, o que ela tinha de bom?
- Nada, Demi. Ela me enganou esse tempo todo. Eu fui um completo idiota mesmo. Fiz tantas coisas para ela. Demi, eu ia pedi-la em casamento no sábado e quando cheguei ela estava com outro. Sabe, eu... Acho que eu não merecia isso.
- Claro que não, Joe.
- Eu tinha tantos planos para nós. Já estava planejando onde seria nossa lua-de-mel e até o nome dos nossos filhos eu já tinha em mente. Tudo nela era mentira e agora fico me perguntando se o nome dela era Ashley  mesmo.
Foi a primeira vez que Joe se abriu para mim sem chorar. Ele estava contando tudo, em seus olhos eu podia ver a tristeza e mágoa, mas ele parecia bem. Falava dela com ódio e ao mesmo tempo pena, só não sei é dela ou dele.
- Joe, eu acho que você não foi idiota, pode até se sentir com um agora, mas qualquer um teria caído nessa armadilha. Porque foi isso que ela fez, ela fez uma armadilha muito boa, Joe.
- Demi, posso te pedir uma coisa?
- Se eu puder fazer, eu faço.
- Quando Wilmer te disser se aceita ou não o casamento, e se a resposta for não, peço que investigue por que?
- Por que está me pedindo isso, Joe? Por acaso, você sabe de alguma coisa?
- Não, quer dizer sim, mas ... Eu não sei se é verdade, Demi. Eu não quero que saiba por mim. É uma coisa muito grave, mas eu não quero contar, pois não tenho provas.
- Joe, se é grave você tem que me contar.
- Se Wilmer aceitar, isso é mentira e eu não vou contar e se ele não aceitar, vocês vão separar mesmo e eu te conto, mas me prometa que não vai fazer nenhuma besteira?
- Prometo.
Eu fiquei com medo. Bem, pelo jeito como o Joe disse, alguma coisa me aguardava e eu não estava preparada. Várias coisas passaram pela minha cabeça, o que já imaginava e até o que nem passava pela minha cabeça.

 Continua...


Como o prometido, está aqui os três capítulos!
Girls, obrigada pelos oito comentários, eu amei cada um e perdoou os palavrões escritos, uma vez que eles foram com um destino que eu amei (para Ashley ksksk) Continuem comentando que eu tenho certeza que vão amar cada dia mais!
Bom, minha editora mandou que eu postasse até o vinte, então... eu prometo fazer isso o mais rápido que pudermos se vocês comentarem, como uma troca, sabe? Eu posto e escrevo e vocês comentam. Certo?
O que posso dizer para atiçar a curiosidade de vocês?
Bom, muita coisa ruim vai acontecer e isso vai fazer uma coisa boa surgir. Quem souber o que é comenta, menos a amiga.
Beijos....s2


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Capítulo 12:


Joe Jonas

Bem, deixei para fazer o pedido de casamento hoje, sábado, já que ontem estava sem cabeça para isso. Saber que o Valderrama enganava Demi daquela maneira mexeu tanto comigo que nem lembrei de pedir Ashley em casamento. Ainda não consigo acreditar na cara de pau daquele cretino de ter feito isso com Demi, quer dizer, de estar fazendo isso com ela.
- Bom dia, Joe!
- Boa dia, Ash.
- O que está acontecendo com você? Desde o jantar você tem estado tão estranho comigo. Olha se for pelo que eu falei da Demi, não se preocupe. Depois do que eu soube, acho que agora tenho pena dela, sabe?
- Ashley, fique despreocupada, tá? Não tem nada a ver com Demi. Agora tem um pouco a ver com ela, mas como você disse, também estou com pena dela. Ela não merecia isso, sabe?
- Joe, eu vou te ajudar, você vai ver! – o telefone tocou. - Alô! – esperou pessoa dizer algo. – Ele está sim, espere um minuto.- tampou com a mão.- Joe é para você.- Joe levantou para atender.
- Joe Jonas – esperou a pessoa dizer.- Sei... Entendo... Mas a Senhora tem urgência? Então, eu posso te atender às duas, pode ser? Oh, sim. Combinado então. Ok. Tchau! – Desligou o telefone. – Por que isso só acontece quando a Demi não está?
- O que houve?
- Uma senhora precisa com urgência de uma casa. Sabe, eu acho que é da fiscalização.
- Tem certeza?
- Tenho... Afinal, para uma cliente ligar para cá, só pode ser da fiscalização.
- Então você vai às duas?
- Sim, mas acho que eu vou demorar muito, Ash... Lá pelas nove da noite, eu devo chegar.

Bem, tomamos o café da manhã em silêncio. Pode parecer estranho, mas eu ainda estava pensando em Demi. O fato de saber que ela está com ele neste momento me dava náuseas! Ela ainda o perdoou. Como ele pode fazer isso com ela?
As horas foram passando e eu tive que ir a imobiliária. Quando cheguei, tive que abrir tudo...
- Joe Jonas? – alguém me chamou.
- A Senhora deve ser Taylor?
- Sim, sou eu sim, mas me chame de senhorita. Desculpe te tirar de casa, mas eu preciso muito! Pretendo me mudar em breve e quanto mais cedo melhor.
- Entendo. Pelo que me disse no telefone, acho que tenho a casa perfeita para você. Vamos fazer assim, eu te mostro as fotos e se você gostar podemos fazer uma visita, o que acha?
- Ótima ideia.
Mostrei todas as fotos e como já desconfiava, ela amou a casa, mas queria saber quais eram as casas concorrentes. Bem, ela acabou gostando de cinco casas passei a tarde mostrando todas as casas para em fim, ela escolher ficar com a primeira casa.
Voltamos para o prédio da imobiliária para ela poder assinar alguns termos antes de ficar com a casa, mas ainda tinha outras burocracias que só podiam ser resolvidas na segunda-feira.
Eram quase sete horas quando ela foi embora, e antes de ir para casa eu passei no supermercado, comprei vinho e alguns aperitivos, afinal quando chegasse em casa pediria Ashley em casamento. Queria que fosse tudo perfeito. Ashley merecia isso!
Cheguei em casa e tudo parecia bem, pelo menos até agora. Entrei e senti um clima diferente, sabe um frio. Algo me dizia para não entrar, mas eu estava sendo teimoso e entrei. Deixei as sacolas na cozinha em silêncio, não queria, pelo menos não agora, que Ashley soubesse que eu tinha chegado. Conheço-a muito bem, nesse instante  ela deve estar no quarto tirando um cochilo. Subi as escadas e quando abri a porta do nosso quarto, eu fiquei sem ação.
Estava tudo escuro, mas eu via perfeitamente a imagem de Ashley deitada na cama ao lado de alguém. Eu não enxergava quem era, mas eu sabia que tinha mais alguém ali.
Acho que a luz que vinha contra a porta acabou acordando Ashley e ela deu um pulo da cama, eu fiquei parado na porta do mesmo jeito desde o momento que os vi. Ashley mexeu com o homem que estava ao seu lado, ela dizia coisas, mas minha mente havia bloqueado totalmente qualquer som. Eu via tudo como se tivesse em câmera lenta. Ela tentando se cobrir com o lençol branco e ele, tentando colocar a calça. Quando eu comecei a ouvir, foi quando o homem saiu do quarto totalmente sem noção do que estava fazendo.
- Joe, eu juro que eu não queria... Acredite em mim. – ela chorava. Falsamente.
- Ashley Green, junte suas coisas e saia da minha casa.
- Joezinho, meu amor....
- Você tem uma hora para sair daqui antes que eu te expulse daqui com a roupa do corpo. Quer dizer, nem roupa você está usando neste momento, não é?
- Eu juro que...
- Não jure em vão, Ashley! - pensei por um instante, eu não vou ficar guardando raiva. - Eu devo ser um idiota mesmo... Para não imaginar que você estava me traindo. Me diga, Ashley: há quanto tempo vêm nascendo galhos na minha cabeça? Há quanto tempo? - ela estava em silêncio, não aguentei e tive que gritar. - Responda!
- Quer mesmo saber a verdade?- Ashley limpou as lágrimas, que eram falsas, óbvio. - Eu NUNCA, em momento algum senti algo por você, Joe. E também não fui expulsa de casa, nem nada, foi tudo uma armação. Eu e Half queríamos o seu dinheiro, entendeu? Só o seu dinheiro, que é a única coisa boa em você! – Ashley começou a se vestir. - Acho que foi até bom isso ter acontecido, porque eu já não estava aguentando mais você. Esse jeito de ser certinho, de eu ter que fingir ser a dona de casa perfeita! Joseph, eu nunca cozinhei! Eu sempre fingi... E a casa? Eu também não arrumava, pois eu ODEIO fazer serviço doméstico. Enquanto eu estava aqui com você, era mais fácil descobrir a sua senha e pegar o seu dinheiro, seu idiota!
Eu queria que ela parasse de falar, pois eu não queria mais saber a verdade.
- Ashley, vá embora da minha casa.
- Claro! Olha, eu passo aqui outro dia para buscar minha roupas, ok?- ela saiu do quarto e eu numa atitude desesperada, peguei algumas roupas dela e atirei pela janela no momento que ela passava pela porta.
- Joseph Adam Jonas, pare com isso! – eu joguei todas as roupas que eu podia ver e quando terminei, ou pelo menos achei que tinha terminado vi ela e o tal homem pegando as roupas dela do chão.
- Sua VADIA!- gritei tão alto que os cachorros começaram a latir. - Adultera! - eu queria dizer mais, mas eu não conseguia. É muita crueldade para uma pessoa só. – Eu odeio você! – eu disse com tanto ódio, que por um momento achei que ela se ofendeu.
A primeira coisa que me passou pela cabeça naquele momento foi em ligar para o banco, sorte minha que eu tenho um conhecido que é gerente do meu banco, falei diretamente com ele, para ele não deixar nenhum dinheiro sair da minha conta sem a minha autorização enquanto eu não mudava de senha.
Parecia o fim aquilo, era como uma faca que atravessava o meu coração, eu não sabia o que fazer, rapidamente lembrei da garrafa de vinho que comprei quando cheguei a pensar que queria pedir essa vadia em casamento.


Continua...    s2


Por hoje é só meninas, espero poder postar mais amanhã. Se eu tiver mais de cinco comentários de pessoas diferentes, eu posto três capítulos igual eu comecei neste mês. 
Beijocas!
BahChris.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Capítulo 11:


Demi Lovato

Cheguei em casa louca por um banho e conversar com Wil, ele já me esperava com as duas malas na sala. Ele me conhecia muito bem, sabia o quanto eu era vulnerável. Sentamos no sofá para conversar.
- São assuntos meus, que... Em breve, eu vou resolve-los e eu juro que tudo vai mudar, que eu vou poder, quer dizer,  que eu vou poder ficar mais com você e, em fim, poderemos nos casar.
- Eu ainda não estou convencida disso, mas... Eu confio em você, Wil. Sei que na hora certa, eu vou saber de tudo.
- Eu te amo, Demi. Nunca se esqueça disso.
- Não vou me esquecer. - o beijei. – Vou tomar banho para jantarmos.
- Será que eu posso te acompanhar?
- Não. – respondi séria e sincera. Ainda bem que ele sabia quando estava sendo sincera.
Entrei na banheira e aquela água morna me fazia viajar, apoiei minha cabeça na banheira e fechei meus olhos. Pensava nas coisas que estavam me acontecendo. Tudo aquilo estava virando uma bola de neve e eu estava com medo dessa bola chegar ao seu ápice e tudo ficar de cabeça para baixo. Depois, me peguei pensando em Joe. Como ele estava diferente hoje, estava mais sensível, mas carinhoso, parecia frágil... Wilmer me chamou.
- Docinho, vai demorar muito?
- Não, já estou saindo.
- Reservei um lugar para nós comermos, mas é um pouco longe.
- Por que longe?
- Ah, sei lá... Uma vez comi lá e gostei. Fica perto da casa do seu amigo, se quiser pode até passar lá.
- Melhor não, Wil.
- Então, já está saindo?
- Já!

Saí da banheira, coloquei um vestido bem confortável, uma sandalinha fechada de salto baixo, algumas joias e, podem apostar, a pulseira que Joe me deu estava comigo.
- Vamos?
No carro, fomos com o meu, como sempre, mas Wilmer dirigiu.
- O que foi? Está muito pensativa hoje. Ainda é sobre o que conversamos? Por que se for podemos tentar esclarecer e...
- Não, Wil. Quer dizer, metade é, mas eu estou me sentindo estranha hoje.
- Como?
- Não sei... Com um sentimento ruim, uma angústia.
- Nem o fato de eu te amar, melhora?
- Melhora quando você me diz isso.
- Eu te amo, Demetria.

Durante o jantar...
- Wil, sabe que até hoje eu não sei porque me chama de docinho!  – Wilmer riu.
- Então por que me deixou chama-la assim?
- Sempre achei muito fofo esse tipo de apelido...
- Te chamo assim, por que você parece aqueles docinhos de festa de criança. São maleáveis, eles grudam, tem uma cor esquisita e são gostosos. – Para tudo! Wilmer estava me ofendendo? – Não se preocupe, é tudo no bom sentido, óbvio. Você é maleável quando está comigo, sempre consigo o que quero de você. Também não quero dizer que é o tipo de namorada que gruda, quero dizer que você gruda na gente, mas de uma maneira boa, e também não é porque você quer, como se eu pensasse em você sempre de maneira obsessiva. Quando disse sobre a cor, não me referia a sua cor e sim, as suas esquisitices que eu amo muito, esse seu jeito certinho e esquisito de ser. E o melhor de todos, são gostosos, esse eu não preciso explicar. Por isso, te acho de docinho, Docinho.
- Só você mesmo, Wilmer! Eu te amo.

No carro, na volta para casa...
- Sabe o que eu notei? Você está usando muito essa pulseira. Ela tem alguma parte sentimental?
- Mais ou menos, Wil... – Estava com medo de contar. – Ganhei de Joe, na quarta.- Wilmer parou o carro bruscamente. – Seu louco!
- Joe te deu essa pulseira?! Essa pulseira é muito cara, sabia?
- Claro que sabia, foi exatamente por isso que ele me deu. Eu ia compra-la, mas ele quis fazer isso na minha frente, pois ele sabe o quando eu a queria e se comprasse a pagaria para o resto da vida.
- Por que não me pediu? Eu poderia tê-la comprado para você, sabia? Também tenho dinheiro.
- Wil, eu não pedi nada a ele. Ele me deu porque quis. O que quer dizer com isso? Por acaso está insinuando algo de mim?
- Não. Claro que não, Demi. Me desculpe!
- Não precisa sentir ciúmes de Joe, já disse que somos amigos. Inclusive, nesse momento ele deve estar pedindo a mão de Ashley em casamento. Foi por isso que ele me deu essa pulseira. Levei-o à joalheria e ele escolheu com a minha ajuda o anel de Ashley, e quando percebeu que eu queria comprar a pulseira resolveu compra-la como forma de agradecimento.  Longe de mim ser amante de alguém, sabe? Odeio essa coisas de traição! Traição é uma das coisas que eu não perdoaria, o mesmo digo da mentira.
Senti Wilmer um pouco desconfortável...
- Será que podemos voltar para casa, senão... Perderemos o voo.
- Claro. – Wil deu a partida.

Em poucos minutos estávamos no aeroporto, estava bem feliz em poder ir para o México, como eu sempre quis. Wilmer já tinha ido para lá algumas vezes, mas eu nuca fui... E era um lugar que eu sempre quis ir. Em minha fantasia lá seria minha lua de mel, mas já que meu casamento estava longe de acontecer...
- Mais uma vez pensativa! Quer me contar alguma coisa, docinho?
- Não Wil... Fique tranquilo, acho que eu só estou cansada. Trabalhei muito hoje.
- Poderá dormir no voo.
- Será que eu consigo?
- Acho que sim.

Dito e feito, dormi praticamente o voo inteiro...

Continua...


Hei, meninas! Como prometido, vou postar com mais frequência, mas comentem mais, tá?
Bom, Ashley e Wilmer não tem um caso, o negocio é pior que podem imaginar! Só acompanhando a história e se surpreender, pois ela é surpreendente.
Eu também estava morrendo de saudades de postar, vocês não sabem o quanto. Isso, pode parecer estranho, mas me deixa muito feliz e os comentários só fazem minha alegria aumentar.
Escrever é uma das coisas que eu mais amo fazer depois de lecionar.
Não sei se eu vou conseguir postar amanhã, mas prometo que na sexta a noite e no sábado, terá mais uma postagem...
Beijões.

P.S.:NÃO ESQUEÇAM DE DEIXAR SUA OPINIÃO NA CAIXA DE COMENTÁRIOS.