terça-feira, 8 de maio de 2012

Capítulo 4


Demi Lovato

 Demi narrando...

Às oito esperava pelo meu noivo em meu apartamento. Claro que eu não estava arrumada, como ele tinha pedido. Nós tínhamos que conversar primeiro. Ah, se tínhamos!
Quando ele chegou nem se deu o trabalho de bater na porta. Como ele tinha a chave já entrou e se assustou quando me viu.
Eu estava usando uma calça de moletom cinza, meu cabelo estava preso num coque, estava com uma blusa do Piu-Piu de manga curta e assistindo televisão.
- Docinho, você está uma gata com essa roupa e esse penteado. – me deu um selinho que por pouco eu correspondi. – O que aconteceu?
- Precisamos conversar.
- Uma D.R.?
- É. – Sentou ao meu lado no sofá.
Uma das coisas que eu amo nele é isso, apesar de tudo ele me compreende. Qualquer homem foge de uma “Discussão de Relacionamento”, mas ele não. Ele enfrenta. Tirou o controle da minha mão e desligou a tevê.
- Estou pronto.
- Preciso, mesmo, que me diga a verdade.
- Sobre?
- Por que me deixou plantada?
- Eu disse... Tive uma reunião, ela terminou muito tarde e quando saí pensei que já estivesse dormindo. Sabe que eu nunca faltei nenhum compromisso nosso.
- Eu fiquei muito magoada, Wil. Eu pensei coisas absurdas de você, sabia? Um misto de emoções tomou conta de mim naquela noite, ao mesmo tempo em que eu queria te matar.
- Eu jamais mentiria para você, docinho.
- Eu acredito em você. Eu só não quero que ache que todas vez que você pisar na bola, pode chegar aqui com milhões de flores e me seduzindo que vai estar tudo bem, sabe que não é assim que funciona.
- Eu sei, me desculpe se deixei mostrar isso. Não fique chateada comigo.
- Não estou mais. – o beijei e o abracei. - Te amo.
- Também te amo. – me beijou novamente. Ele pegou o controle e ligou a tevê novamente e deitamos no sofá abraçados. - Eu ia te convidar para jantar num restaurante que eu fiz reserva, mas está bem melhor aqui.
- Eu também acho...
Ficamos algum tempo daquele jeito, sem dizer nada, sem fazer nada. Apensas sentindo o calor um do outro, o ar um do outro... Nem a televisão fazia sentido estar ligada.
- Não sei você, docinho, mas eu estou morrendo de fome.
- Você não está querendo que eu vá para o fogão, não é?
- Não. Que isso? É pecado uma mulher tão linda como você manuseando um fogão, sabia? Minha ideia era pedir uma comida. O que acha?
- Acho uma ótima ideia.
- Ou... Eu posso cozinhar. – Podem dizer que eu tenho o homem mais cobiçado por todas as mulheres... Ele é lindo, romântico, me compreende e sabe cozinhar. Quer coisa melhor?
- Só se você quiser, eu vou amar, mas... Só se você quiser. – Wilmer levantou e foi para o fogão. Eu fui atrás ajudar, pois ele não conhece a minha cozinha.
Wilmer sabia conduzir um fogão, ele era perfeito. E a comida era ótima. Ele nasceu sabendo cozinhar.
Quando já estava terminando, eu arrumei a mesa para podermos comer. Ele tinha um sorriso maravilhoso no rosto, parecia um sorriso de vitória, de alegria.
Já sentados e comendo...
- O que foi? – perguntei ansiosa.
- Desculpe, não entendi.
- Você está sorrindo para o nada.
- Não é nada, meu amor. Fique tranquila. Eu só estou feliz de estar aqui com você. Pena que eu tenho que ir embora.
- Isso que eu não entendo. Sempre você vai embora, nunca fica comigo. Nunca dorme comigo...
- Já lhe expliquei tantas vezes que... Que eu não posso. Amanhã eu tenho que trabalhar e você sabe, odeio correr para me arrumar.
- Ainda não explica nada. – fiquei emburrada.
- Docinho, vai fazer isso de novo?
- É que às vezes parece que você não gosta de mim. Por acaso, eu ronco, eu faço coisas nojentas enquanto durmo ou mexo muito que você não consegue dormir? Me diz o que é.
- Não é nada disso, eu juro. – respondeu rindo e eu acabei rindo também. - Vamos fazer assim, eu adiei a minha viajem para sexta à noite para podermos ir juntos, lembra?
- Sim, lembro.
- Então, a partir de amanhã iremos dormir juntos até o fim da viagem, o que acha?
- Perfeito. Quem sabe descubro o que te impede de dormir comigo? – rimos.
- Você é tão graciosa. – Odeio quando ele faz elogios do nada, eu fico sem ação. - Adoro quando você fica vermelhinha, quando fica sem graça. Sabe que eu te amo como ninguém.
- Eu também te amo muito. - nos beijamos.

Quando terminamos o jantar, Wilmer se preparava para ir embora e eu avaliava atentamente cada pedaço do seu corpo perfeito.
- Eu sei que eu sou irresistível, mas se você continuar me olhando desse jeito eu vou ficar com medo.
- Desculpe.
- Ficou vermelhinha de novo. – se aproximou e me beijou.
- Tem mesmo que ir?
- Sim. Vou preparar minha mala para vir para cá amanhã.
- Tudo bem... Então.
- Tchau, docinho. – me beijou pela última vez e saiu.
Me cortava o coração vê-lo ir, eu tinha a sensação que o estava entregando para alguém. Que bobagem da minha cabeça!
Depois que Wilmer foi eu me preparei para dormir.
Continua...







Oi meninas! Bom, aqui está o capítulo.
Quanto mais comentarem, mais eu vou postar, hein! Minha postagem depende de vocês.
Respondendo as perguntas: Não vou dizer se é ou não Jemi, só digo que sou 100% fã Jemi. Não sei se comentei com você, mas essa história é diferente, porque... Bom, tem que ler.
Não vou dizer que eles vão ficar juntos, daqui a pouco, mas posso dizer que em breve sim... Entende? Espero que sim.
Bom, espero que tenham paciência para aturar os obstáculos. Depois do Jantar e dessa viagem de Wilmer com Demi MUITA coisa BOA, vai acontecer... Muito mistério, muitas descobertas, muitos romances... Personagens novos, ideias novas e... Chega, né? Falei de mais.
Finalizando, espero que tenham gostado do capítulo 4, comentem para o 5 com o Joe narrando.

Frase de reflexão: “A felicidade sempre bate na sua porta, mas ela não gira a maçaneta. Portanto, quem decide se quer que ela entre, É você”
(Autor Desconhecido)

domingo, 6 de maio de 2012

Capítulo 3


Joe Jonas

Joe narrando...

Quando já estava na hora de ir embora, fui me despedir de Demi e claro, agradecê-la, afinal, se não fosse ela, essa empresa já tinha ido à falência.
- Demi? – chamei enquanto ela olhava fixamente para o papel, parecia ler algo muito interessante.
- Oi.
- Desculpe te atrapalhar, estava tão concentrada. Já está na hora de ir.
- Eu preciso deixar algumas coisas organizadas para amanhã.
- Você e suas manias! De qualquer forma, eu vim te agradecer mesmo. Obrigado de verdade, Demi. Se não fosse você, não sei o que seria da imobiliária Adam.
- Seria o fim dela. – rimos. – Não tem que agradecer, Joe. Eu faço o meu trabalho.
- Seu trabalho é fazer as contas e concordar com o chefe e você faz mais que isso, eu estou agradecido. Bem, eu tenho que ir. Ashley me espera!  Falando nisso, se resolveu com Valderrama?
- Claro, quer dizer, não resolvemos, mas... Bem, nem sei como explicar. Nós ficamos juntos ontem, e... Só. Eu disse o que eu queria, ele se explicou, eu não acreditei, mas ele me seduziu. – eu ri.
- Demi, sabia que toda a vez é assim?
- É?
- É, toda a vez ele faz a mesma coisa.
- Hoje nós vamos conversar e eu não vou me deixar levar.
- Eu duvido um pouco, mas amanhã você me conta.
- Joe, você não tem que ir embora?
- Você também, se não sair em cinco minutos eu te demito por trabalhar demais. – Saí da sala.
Só a Demi para ficar trabalhando depois do horário! Entrei no carro e parti para casa, cheguei e Ashley me esperava para o jantar. Tomei banho e estávamos conversando.
- Aí a Demi disse que não era a melhor solução, eu discordei, lógico, mas ela realmente estava certa. Olha, Ash, se não fosse a Demi, eu não sei o que seria da minha empresa.
- Ótimo, por que não casa com ela de uma vez! – Ashley estava brava.
- Ciúme? – perguntei sorrindo.
- Não é isso, é que... Bem, você só sabe elogia-la, entende?
- Demi é minha amiga e meu braço direito. Não precisa ficar com ciúme, meu amor. Se você a conhecesse, não diria isso.
- Mesmo? – ela ainda estava brava.
- Mesmo. Demi é noiva há mais de sete anos, ela é super apaixonada pelo noivo e eu sou perdidamente apaixonado por você... Não preciso de nenhuma administradora bobinha. – Deixa Demi me ouvir falar dela desse jeito! Beijei Ashley. – Eu te amo.
- Eu também te amo... Sabe que eu tive uma ideia, o que acha de chamar a Demi e o noivo para jantar conosco?
- Ótima ideia, Ash! Demi vai adorar a ideia, ela sempre quis te conhecer, mas toda vez que combinamos acontece alguma coisa e não dá certo. Vocês vão ser melhores amigas. - Falei animado com a ideia.
Combinamos o dia e como seria o jantar com Demi. Esse jantar tinha tudo para dar certo.
Fomos assistir televisão antes do jantar.
- Joe, não vai trabalhar amanhã, não!
- Por quê?
- Eu me sinto tão sozinha aqui.
- Ash, eu preciso trabalhar, eu não posso ficar.
- A empresa é sua, não é?
- É, mas... Eu preciso ir. Está tudo de cabeça para baixo lá. Eu não posso largar tudo e... Ficar aqui com você.
- Que pena!
- Quantas horas?
- São sete horas ainda... Por quê?
- O que acha de um cinema?
- Agora?
- É... Podemos pegar a seção das oito ainda.
- Nem jantamos.
- O que importa? Se ficarmos um dia sem jantar não vai matar ninguém, vai?
- Não, mas... Assim do nada?
- Precisamos de alguma desculpa para ir ao cinema?
- Então, tá... - Ashley parecia um pouco confusa, também não era para menos, decidi de repente.
Depois que me troquei, fiquei esperando Ashley na sala. Ela sempre demora. Eu não sei por que se arrumar tanto assim, ela já é linda naturalmente.
Fiquei pensando em como eu e Ash estávamos entrando em uma rotina, não saíamos para nada. Estava chato já. Acho que foi por isso que ela assustou, eu tomei uma decisão de repente. Acho que ela gostou.
Vinte minutos depois eu estava gritando para que Ash se apressasse.
- Ashley, se demorar muito vamos ter que pegar a seção das dez.
- Calma, meu amor. Eu já estou descendo.
- Não sei para que se arrumar tanto, você é tão linda.
- Eu gosto de ficar arrumada, Joe. Qual filme vamos assistir?
- Não sei ainda. Na hora escolhemos!
- Sabe qual filme eu queria assistir?
- Se você falar daquele garotinho famoso, eu desisto agora de ir.
- Ah não Joe. Então escolheremos outro, mas juntos, pois eu não quero assistir filmes de guerra e muito menos de terror. Esses filmes são muito monótonos. Parece que nunca acaba e quando finalmente acaba parece que algo ruim vai acontecer a qualquer momento.
- Tudo bem, Ash. Escolheremos um filme juntos. – Abri a porta do carro para ela. E entrei do outro lado.
Eu nunca vi Ashley tão animada quanto hoje. Precisamos fazer mais coisas diferentes. Até eu estava animado, mesmo que cansado.
Chegamos ao cinema e escolhemos o filme, na verdade Ashley escolheu. Ela insistiu tanto que fosse aquele, que eu não pude dizer não. Em fim, compramos a pipoca de sal, pois Ashley não queria doce.
Continua...





Trecho para o reflexão: “Aquele que não fala, é mudo;
Aquele que não enxerga, é cego.
Aquele que não ouve, é surdo;
Aquele que não ama, é apenas um misero idiota, que depois de conquistar simplesmente joga fora!” (Luisa Franco)


Resposta:
Karen: Eu também sinto o mesmo por Wilmer o que sinto por Ashley. Também sofro desse mal de fã Jemi. (risos) Nada vai me fazer gostar deles... Nada mesmo.
Lari M:Oi Flor, estou bem graças a Deus. Obrigada por todos os elogios que escreveu. Simplesmente me fizeram bem, maravilhosamente bem. Gosto muito de escrever, quer dizer é o que eu AMO fazer , é como uma forma de extravasar. Quando escrevo penso em como agradaria vocês (leitoras), e esse é o resultado, fico feliz de estar agradando. Mais uma vez, muito obrigada. Momento da sinceridade: eu não faço ideia do que é um tumblr. Já ouvi falar, muitas pessoas tentam me explicar, mas nunca tive curiosidade de ver como era, mas valeu a dica, eu posso tentar no próximo capítulo. Eu amo esse tipo de frases que nos fazem refletir, e se lá tiver assim, eu quero um tumblr. Um beijo para você também! Espero que goste desse capítulo! 

Oie! Eu sei que querem me matar e que eu tenho sorte de a maioria não me conhecer.  E quem conhece não pode fazer nada contra mim... É o que eu acho, não é?.
Meninas, me perdoem de verdade.
Espero que tenham gostado e comentem, ok? Quero saber suas opiniões.
P.s: Se tiver um número significante de comentários, eu posto amanhã mesmo, hein... Ou quem sabe hoje.
Beijos.

domingo, 15 de abril de 2012

Capítulo 2


Demi Lovato

Demi narrando...
Naquele mesmo dia, durante a noite, entrei em casa e levei um baita susto, pois haviam flores para todo o lado da minha sala. Sabia que era obra dele. Ele tinha a chave do meu apartamento e podia muito bem tê-las colado aqui. Estava muito chateada com ele, a minha vontade era de jogar todas pela janela. Quem ele pensa que é? Deixa-me plantada e depois vem me pedir perdão somente com flores? Olhava indignada para aquela situação.
- Sei que deve estar pensando em dá-las para as vizinhas do prédio, mas deve pensar mais um pouco. – Wilmer Valderrama, meu noivo, saiu de dentro do corredor que dá passagem ao meu quarto. Ele estava fazendo um charme sedutor, querendo, obviamente, me seduzir, mas eu estava pronta para resistir a qualquer coisa.
- Na verdade, estava pensando em joga-las pela janela. Pelo menos decoraria a rua. – joguei minha bolsa num pedacinho disponível do meu sofá e fui para a cozinha, de lá gritei- É melhor que dê um fim nessas flores antes que eu o faça.
- Docinho, não faz assim. Perdoe-me! – Ele foi atrás de mim.
- Te perdoar? Dê-me um ótimo motivo para fazer isso.
- Você me ama. – Dá para acreditar?
- A resposta ainda é não.  – Bebi um pouco de água.
- Docinho, não faz assim. Eu te amo... – Já que ele estava aqui, eu tinha algumas coisas para dizer, resolvi que seria agora.
- Ama mesmo? Eu acho que não, pois se me amasse não me deixaria horas esperando por você. Wilmer, você nem me ligou para, pelo menos, dizer que não poderia vir. Eu fiquei feito uma idiota te esperando, fiz papel de tola. Eu acho que merecia pelo menos uma explicação.
- Demi, eu... Estava numa reunião importante. Demorou muito, eu não podia sair. Quando a reunião terminou eram 22horas e pensei que estava dormindo, não quis te acordar.
- Acho que... Essa foi a pior desculpa que você me deu, Wilmer. Você deve me achar uma idiota, sempre faz o que quer comigo. Faz sete anos que estamos noivos, e você nem pensa em... Casamento. Sem contar os três anos que estávamos namorando. Você fica me cozinhando e... Eu deixo.
- Por que você deixa, meu amor? – Ele fazia charme de novo, e chegava cada vez mais perto de mim. Olhava fixamente para os meus lábios, com aquele jeito sedutor que me derrubava. Ele sabia o que estava fazendo? – Se não vai dizer, eu respondo: você me ama e... Eu te amo, mas eu te amo muito mais. – Ele estava perto demais, nossos lábios já estavam totalmente colados e nos beijamos. – Me perdoa, docinho.
- Te perdoo. – o beijei novamente. E quando dei por mim, já estávamos na cama.
Na madrugada, Wilmer levantou e estava colando a roupa.
- Aonde vai?
- Preciso ir...
- Por quê? Dorme comigo hoje?
- Eu não posso, amanhã preciso levantar muito cedo e... Sabe como é, né? Não dá para ir daqui para casa, e depois ao meu escritório. – me beijou.
- Sendo assim, vá com cuidado e... Não esqueça de trancar a porta. – Virei-me para o outro lado e dormi, nem o vi sair.

Meu celular estava vibrando no meu criado-mudo, minha vontade era de joga-lo longe, mas era melhor não. Levantei, tomei um banho rápido e depois fui preparar o café. Levantar e não ter ninguém para dar bom dia já é ruim, preparar o café só para você é pior ainda. Passei pela sala e aquele cheiro de flores me dava certa paz, mas elas precisavam sair dali o mais rápido possível.
Na geladeira tinha um recado de Wilmer:


Bom dia, docinho!
Mandarei alguém pegar essas flores.
Não se preocupe, beijos. Amo-te!
W.V

Wilmer me conhecia como ninguém.
Desisti de preparar o café, peguei um suco mesmo e uma maça. Não queria comer. Peguei minha bolsa e fui para a imobiliária.
No carro pensava em tudo que tinha acontecido. Wilmer Valderrama sabia me levar no papo. Ele sabia como me conquistar, como me deixar levar, como me seduzir e como me levar à loucura. Eu o tinha perdoado e nem tinha percebido. Ele nem merecia perdão, mas agora era tarde. De uma coisa eu tinha certeza: ele me ama, e eu o amo e um dia iremos nos casar.
Na imobiliária, levei um grande susto, Joe havia chegado primeiro que eu e queria uma reunião. Tão cedo?
- Ele disse para que assim que você chegasse fosse direto para a sala dele.
- Oh, Deus! O que este homem está aprontando? – Quando Joseph chegava cedo, era encrenca na certa.
- Bom dia, Joe! Que bicho te mordeu para ter chegado tão cedo?
- Bom dia, Demi! Eu tive algumas ideias durante a noite, quer dizer, na madrugada. Veja se concorda comigo: não precisamos contratar outros funcionários para ficar no lugar daqueles que iremos demitir.
- Claro que precisamos. Se deixarmos esses lugares vagos perderemos clientes. Muitas pessoas procuram essa imobiliária, pois acreditam que é a melhor da cidade e estão certos! Joe, se fizermos isso poderemos ir a falência.
Bom, ficamos naquele discursão até depois do almoço. Cada um expondo seus planos, até por fim, Joe concordar comigo, mas já estava cansada de tentar fazê-lo entender. Já estava de cabeça quente!
Era mais de três da tarde quando fui, finalmente, para minha sala. Eu tinha tanta coisa para fazer e ainda tive que dar uma luz na cabeça de Joseph! Ele é meu amigo, eu o amo muito, mas às vezes ele mete cada coisa na cabeça...
Sentei e liguei o computador. Na minha mesa haviam milhões de recados do W.V como meu noivo costumava dizer para a secretária, Val, colocar, vai entender?
Por um lado era bom. Ele queria falar comigo e eu iria fazê-lo esperar mais. Já que eu não pude fazer o que eu queria ontem, eu pelo menos o faria esperar hoje.
Comecei meu trabalho! Às cinco horas recebi mais uma ligação de W.V, mas pedi para Val, dessa vez, passar para mim. Poderia ser algo importante.
- Docinho, tentei falar com você desde às dez.
- Recebi seus recados, mas o dia aqui está corrido hoje.
- Tenho um convite a lhe fazer.
- Faça.
- Eu tenho uma viajem para fazer, coisas da empresa e eu gostaria que fosse comigo.
- Meu amor, eu não posso... Eu tenho que trabalhar, você sabe disso.
- Docinho, por favor! Peça a Joseph que te deixe faltar.
- Wil, não é assim! Da outra vez ele deixou porque eu aceitei trabalhar mesmo assim, lembra? Eu enviava tabelas e tudo mais. Só que desta vez, estamos numa situação difícil, estava em reunião até agora há pouco.
- Nem se eu ligar para ele?
- O problema não é ele, e sim o meu compromisso.
- Por que eu tinha que namorar uma mulher tão responsável? – Noiva, Wilmer!
- Porque eu sou a melhor que você poderia achar.
- Desisto! E no final de semana?
- Aí sim estou disponível.
- Ótimo, mais tarde combinamos tudo, ok?
- Tudo bem...
- Passo na sua casa às 8, esteja pronta. Tenho que desligar agora, te amo.
- Também te amo. – desligamos os telefones.
Continua...




Frase do capítulo: “No amor, o engano vai quase sempre mais longe que a desconfiança” (François La Rochefoucald)




Olá meninas! Fiquei muito feliz pelos comentários e a Tags. Prometo que posto todas em breve, no máximo no próximo final de semana.
Meninas, todas vocês têm razão quando dizem que o Joe estava louco de querer casar com Ashley, mas... Ah, melhor deixar para lá, não é mesmo? Se não, eu acabo contando a história toda.

Le Tia Companhia: Olá gatinha! Eu prefiro que me chamem de Bah ou BahChris. *-* Isso é o que eu realmente quero fazer, postar história que contam a realidade, apesar de ter um pouquinho de clichês e fantasias. Depois de muito tempo lendo fanfic eu tive a ideia de fazer uma diferente que contam um pouquinho da realidade. Pode ser também pela minha ideia, já que em breve ficarei velhinha... Ou seja, sou mais velha do que muitas escritoras de blogs e, talvez, só talvez eu tenha o pé no chão, ou eu conheça melhor essa “realidade” de que estamos falando. Entretanto, acredito que a “realidade” nos mantem mais focados na vida, apesar de gostar de colocar magia em alguns detalhes...
Muitas pessoas passam dificuldades financeiras e quando leem as histórias, está tudo perfeito e elas pensam “Queria estar ali.” Só que nunca passa pela cabeça dela de que aquilo não existe, e que se ela quiser ela pode mudar o que ela está passando. Claro que ela não vai ganhar milhões de uma vez, mas ela pode conseguir um pouco mais. Bom, espero que goste de todas as histórias contidas nesse blog e que continue comentando e expressando sua opinião que é importante para mim.

Meninas, tenho provas e posso demorar para postar já que as minhas provas são sinistras (Quem estuda lá sabe, né Ruh, Deise, Karen-principalmente ), mas eu não vou abandonar o blog, hein? Não me deixem!
Espero que estejam gostando e, para eu saber melhor o que acham da história, poderiam escrever no comentário. O que acham?

Divulgação:



Quando tiver dez comentários, eu posto o capítulo 3 que esta imperdível!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Capítulo 1


Joe Jonas
Joe narrando...

Adoro os fins de semana! Para mim, são os melhores dias do mês, pois sempre estou ao lado dela. Ela me surpreende a cada dia. Ashley é tudo para mim, ela é a mulher que eu pretendo me casar, é aquela que eu escolhi para ser a mãe dos meus filhos.
Hoje é sábado, ou seja, não vou trabalhar. Sou dono de uma imobiliária e nunca trabalho no fim de semana, só se for muito urgente.
Olhei para o lado oposto do meu na cama e não a vi. Corri meus olhos pelo quarto para acha-la e nada. Ela só podia estar no andar de baixo.
Levantei e fui tomar banho bem gelado, já que hoje estava muito quente.
Ashley e eu estamos morando juntos há, mais ou menos, um ano. Ela veio para cá depois de uma briga horrorosa com os pais, os quais eu nunca conheci. Ela é muito meiga e sensível. Às vezes  tenho a sensação que ela pode quebrar de tão frágil.
Estou pensando em pedi-la em casamento. Já estamos morando juntos  há tanto tempo. Construir uma família é uma ótima opção.
Desci as escadas e ela estava se despedindo de um rapaz, parecia entregador.
- Oi meu amor! - me beijou – Bom dia!
- Bom dia, paixão.
- Enquanto você dormia eu fui ao supermercado e fiz compras, a geladeira estava vazia.
- Eu ia fazer isso. – senti-me culpado.
- Ia, mas não fez. Dormiu bem?
- Com você é impossível dormir mal. E você?
- Ah, dormi bem. Acordei durante a noite, mas tirando isso foi tudo bem.
- Podia ter me acordado.
- Para que?
- Sei lá... Podia ter dado um apoio moral.
- Obrigada, Joe. Será que pode me ajudar a guardar as compras?
- Claro. – Enquanto ela lavava, eu guardava. – Ashley,  você não me disse como foi ontem. Conseguiu alguma coisa?
- Não. Nunca pensei que fosse tão difícil conseguir um emprego.
- Ah, meu amor, relaxa. Com o meu dinheiro podemos viver muito bem e ainda sobra.
- Joe, eu não me sinto confortável assim, sabe? Eu já não tenho onde morar, moro aqui por bondade sua e não posso nem contribuir com as despesas.
- Ashley, não quero ouvi-la dizer isso nunca mais! Que coisa! Está aqui porque te amo, e mesmo se trabalhasse eu nunca a deixaria comprar algo para essa casa.

Aquele dia nós passamos juntos, o domingo foi maravilhoso também, mas infelizmente, chegou a segunda-feira e eu tenho que trabalhar. Não que eu seja preguiçoso, ou que eu não goste de trabalhar, só gosto de ficar em casa com a minha Ashley.
- Tchau, meu amor! – dei-lhe um selinho.
- Tchau, Joe. Bom trabalho!

Hoje eu havia marcado uma reunião com a minha administradora. Estamos com alguns problemas na empresa e ela quem cuida desses problemas, não são problemas financeiros. Demetria é a pessoa que cuida de tudo quando eu estou ocupado, como meu braço direito além de ser minha amiga. Quando cheguei, Divina, minha secretária, já me avisou que Demetria me esperava.
- Olá, bom dia! – eu a cumprimentei.
- Bom dia, senhor Joseph. – Demi, hoje estava bem diferente, tinha o olhar cansado.
- Temos muito o que discutir?
- Não, será breve, mais rápido do que a última, presumo.
- Isso é ótimo! Do que vamos falar hoje?
- Do número de funcionários e alguns deles. Joe, parece que...
Demi contava-me sobre a falta de profissionalismo de alguns funcionários. Atrasos e faltas eram outros pontos que discutimos. Demi tinha a relação de todos eles. Chegamos à conclusão de que eles tinham que ser demitidos, por justa causa, mas antes contrataremos outros para ficarem em seus lugares.
Antes das dez horas nossa reunião já tinha terminado e, sempre no fim, conversávamos.
- Como vai o noivado? – Perguntei enquanto ela juntava suas coisas. Demi estava noiva há mais de sete anos e ficava revoltada, pois nunca marcava a data do casamento.
- Bem... – Foi breve desse fez. Demi sempre foi muito falante.
- Só “bem”?
- É... Joe! Ele... Não sei o que dizer.
- Demi, sabe que pode contar qualquer coisa para mim, não é? Eu sou seu amigo, estou aqui para tudo.
- Eu sei, Joe... Mas antes de ser meu amigo, você é homem. – Demi levantou querendo colocar um fim no assunto e sair.
- Demi, por favor. Conte-me?
- É tão complicado! - Demi sentou-se novamente. - Eu acho que não vai mais haver casamento. E dessa vez quem não quer sou eu.
- Demi, não pode tomar decisões precipitadas!
-Não é precipitado! Ontem eu fiquei horas esperando meu noivo, mas ele não apareceu e nem ligou para dar desculpas. Eu estava tão linda ontem e passei a noite toda esperando por ele.
- Demi, tente levar em conta...
- Não vou ouvir se for defendê-lo.
- Tudo bem, não vou dizer nada. Mudando completamente de assunto: o que acha de eu pedir a mão de Ashley em casamento?
- Joe, seria maravilhoso! Já até passou da hora. Vocês moram juntos há tanto tempo e se amam tanto!
- Queria fazê-lo o mais rápido possível.
- Queria que Wilmer pensasse como você.
- Demi, nem todos os homens são perfeitos como eu... - Demi ignorou aquele comentário. - Demi, será que é muita cara-de-pau pedir que me ajude a escolher o anel de noivado?
- Não, Joe! Seria uma honra fazê-lo. Quando irá fazer o pedido?
- Na sexta-feira.
- Na quarta, depois do trabalho escolheremos.
  Aquele dia de trabalho foi daquele mesmo ritmo: corrido. Demi e eu estávamos ligando para todas as agências que conhecíamos para procurar pessoas dignas desses cargos.
Continua...





Bom, meus amores, espero que tenham gostado desse primeiro capítulo. Muitos acontecimentos podem mudar pensamentos e certezas desse personagem.
Muitos comentários para o próximo, a principio, não vou pedir número exato, pois sei que irão comentar.
Quem quer mais capítulos, precisa comenta-los.

Frase do capítulo: ”O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidade de ver as coisas tal como elas não são.” (Friedrich Nietzsche).