quinta-feira, 26 de julho de 2012

Capítulo 6


Demi Lovato
Na joalheria...
 Joe estava bem confortável,  havíamos olhado e conhecido tantas joias que eu poderia sair vendendo se quisesse.
- Joe, se quiser podemos ir a outra loja. – A vendedora quase me matou com os olhos.
- Tem razão, Demi. Vamos naquela que você comentou no carro? – Pensei que eu fosse morrer só com o olhar daquela mulher.

Quando entramos no carro...
- Demi, a vendedora quer te matar.
- E ela tem razão fizemos bagunça e não levamos nada. Fora que ela deve ganhar por comissão. – rimos.
- Onde fica a loja mesmo?
- É perto... Na rua daquele supermercado que você gosta.
- Jura? Nunca notei uma joalheria lá.
- Homens!

Aquela joalheria era a melhor que existia, podem ter certeza. As joias daquela loja eram incríveis, eu nunca vi nada melhor que isso, só tinha um problema: o preço.
Bem, para Joe isso não era problema nenhum, ele tinha bastante dinheiro.
- Essa é linda, Joe. Veja! - Entreguei em sua mão.
- É o número de Ash.
- Qual é o número de Ash?
- Dezoito.
- O meu também...
- Então o anel que der no seu, dá no dela... Assim fica melhor. Coloque esse no seu dedo, Demi. – Primeiro guardei o anel que Wil havia me dado, já estava surrado e no meio daqueles anéis, perfeitos não valia nada. Eu coloquei o anel que Joe havia escolhido, confesso que me senti estranha fazendo isso, mas eu fiz.- Perfeito!
- Também achei, muito lindo.
- O que acha de comprar uma outra joia para Ash?
- Nossa, ela vai amar.
- Desde que entrei não consigo tirar os olhos daquela pulseira ali. – a vendedora muito educada a pegou. – Coloque em seu braço, Demi. Veja como fica.
A pulseira era linda, não disse nada, mas eu não havia parado de namorar aquela pulseira desde que entrei, era perfeita. Estava pensando em tirar o cheque da bolsa quando Joe disse aquilo.
- Nossa, Demi! Essa pulseira parece que foi feita para você. – Então, desista de comprar para eu ter a minha chance? – Vou leva-la também. – Grande amigo eu tenho! – Essa você embrulha para mim? – a vendedora educada sorriu para mim e para Joe. Desde a hora que entramos na loja, ela não parou de sorrir, deve ter parafusos a menos. – Não vai comprar nada, Demi?
- Não...
- Mesmo? – Joe perguntou mais uma vez.
- Os preços dessa loja não são acessíveis a uma mulher que mora sozinha... – disse baixo, de maneira que só Joe pudesse ouvir. Ele compreendeu.
- Verdade... Quer voltar na outra loja?
- Não, aquela mulher vai me matar se voltarmos com essas sacolas, e Joe.... Eu estou doida para ir embora. Não me leve a mal, mas meu noivo está me esperando em casa, sabia?
- Não me disse que ele estaria lá... Se soubesse teria escolhido mais rápido. – A moça entregou os pacotes, enquanto Joe assinava o cheque.
- Duvido! Enrolado do jeito que você é?! 
Saímos da loja e andávamos até chegar ao estacionamento do supermercado, onde Joe havia deixado o carro. Antes de chegar em frente o carro Joe parou na minha frente. Ele tinha um sorriso bobo no rosto, aquele sorriso traiçoeiro que só Joe sabia fazer.
- O que foi? – perguntei.
- Nada. – Joe continuava na minha frente e sorrindo, quando eu tentei andar ele andou também de ré.
- Se não tem nada, será que podemos ir para casa? Depois diz que você não é enrolão.
- Não, eu não sou enrolão. É que... Eu queria te entregar uma coisa.
- Me entregar? – perguntei confusa.
Joe tirou da bolsa o presente que ele ia dar para Ashley. – É seu!
- Como?
- Eu vi o jeito que olhava para essa pulseira, Dem. Jeitinho de... Eu quero! Eu te conheço há muito tempo. E como eu sabia que você não ia compra-la porque é muito econômica, pois você tem dinheiro.
- Está me chamando de mão de vaca?
- Sim, mas de um jeito delicado. – rimos.
- Obrigada, Joe... Mas, eu.... Eu não posso aceitar. É muito caro!
- Presente, a gente não recusa! – Joe me lembrou.
Ele abriu o embrulho que a vendedora havia feito e de um jeito muito carinhoso e delicado, ele colocou a pulseira no meu braço. Joe olhava para mim, de um jeito estranho, que ao mesmo tempo era confortável.
- Obrigada, Joe!
- Presente de amigo.
- Esse foi o melhor presente que eu já ganhei na vida inteira! - eu admirava a pulseira e acho que eu sorria feito boba.
-  Sabia que os seus olhos estão brilhando?
- Ah, Joe! Para!

No caminho de volta para casa, eu não parava de admirar aquela pulseira que era MINHA e agradecer ao Joe.
Joe estacionou na frente do meu prédio e desceu junto comigo.
- Obrigado, por ter me acompanhado , Demi.
- Que isso, Joe. Você não está em condições de agradecer nada, sabia?
- Então estamos quites?
- Isso, estamos quites! Boa noite! – eu o abracei, como sempre faço.
Entrei e depois, o carro do Joe sumiu do meu alcance de vista. Entrei no meu apartamento e estava tudo apagado, será que Wil não veio? Pensando nisso acendi a luz e levei um susto, pois Wilmer estava sentado no sofá.
- Que susto você me deu! – estava com a mão no peito.
- Esqueceu que eu vinha para cá?
- Claro que não, meu amor. – Sentei ao lado dele. – Pedi a Lívia que te avisasse que eu ia demorar um pouquinho. - Lívia é a secretária dele.
- Ela me avisou...
- Então por que está cara emburrada?
- Por que não é só isso.
- Diz, logo!
- Quem você trouxe para comer aqui?
- Joe.
- Com quem você estava até agora?
- Joe.
- Ótimo! - Wil disse irônico.
- O que é agora?
- Por acaso está gostando do seu chefe?
- Claro que não, Wil! De onde tirou uma coisa dessas? Sabe melhor do que ninguém, que Joe é meu amigo desde antes de eu te conhecer. Não venha com paranoias. – suspirei - Eu não acredito que disse isso!- Saí da sala.
Entrei no meu quarto, liguei a torneira da banheira, tirei minha roupa para tomar banho e entrei nela. Poucos minutos depois, Wilmer apareceu na porta do meu banheiro.
- Desculpe, eu estava louco de ciúme.
- Promete que não vai mais pensar assim?
- Prometo.
- Tá desculpado.
- Será que eu posso entrar com você?
- Claro.


Continua...
Hei, povão bonito! Eu sei que eu demorei para postar, mas se vocês não comentarem eu não vou postar mais. Tipo, vou desistir do blog... Estou quase fazendo isso... de verdade. Não é só para fazer pressão não.
Gosto muito de escrever, mas amo quando vocês comentam, cara!
Tem MUITO o que acontecer ainda, gente! COMENTEM!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Capítulo 5



Joe Jonas
No dia seguinte era quarta-feira, eu tinha que lembrar Demi que ela iria escolher o anel comigo e pedir para jantar conosco na sexta, torcendo para ela aceitar. Eu tenho quase certeza que sim, pois Demi sempre quis conhecer Ash.
Hoje eu me atrasei na hora de sair de casa. Ashley sempre me faz atrasar, eu nem me importo.
Quando cheguei disse a Divina, para chamar Demi para mim. Em poucos minutos, a pequena Demi estava na minha porta com a maior cara de assustada.
- Que cara é essa?
- Não me diga que teve outra ideia maluca?
- Não, quem teve ideia foi a Ash, mas não tem nada a ver com a empresa. Fique tranquila! – ela sorriu. - Sente-se precisamos conversar.
- Que ideia sua futura noiva teve?
- Bem, ontem estávamos conversando e falei de você. Depois de um ataque de ciúmes, Ashley pediu que eu chamasse você e o Wilmer para jantar conosco.
- Que bom, Joe! Finalmente vou conhece-la.
- Eu disse que já tínhamos combinado algumas vezes, mas algo sempre acontecia e esse encontro era desmarcado.
- E já marcaram a data?
- Pensei na sexta, o que acha?
- Na sexta-feira, eu vou viajar com Wil.
- Está brincando?
- Não, eu estou falando sério! O que acha na quinta? Ligue para Ashley e veja se pode mudar. Diga que eu levo a sobremesa.
- Tudo bem, eu ligo... Depois eu dou o retorno.
Demi voltou para a sala dela, e eu liguei para Ashley.
- Paixão, Demi não vai poder jantar conosco na sexta. Ela vai viajar com o noivo. O que acha do jantar ser amanhã?
- Pode ser, Joe.
- Ela vai levar a sobremesa.
- Tudo bem. Eu posso desligar agora? Eu estou ocupada.
- Beijos, Ash!

Depois disso trabalhei amanhã toda, eu e Demi, pois a pobrezinha me ajudava.
- Demi, não esquece que vai me ajudar a escolher o anel hoje, hein!
- Pode deixar, Joe. Eu não vou esquecer!
- Quer almoçar comigo?
- Não vai almoçar com Ashley?
- Não, ela ligou... Parece que o gás acabou e não deu tempo de fazer nada.
- Eu ia almoçar em casa. Deixei uma coisa semi-pronta. Vem comigo?
- Se não te incomodar...
- Claro que não, Joe.
- Podemos ir com o meu carro?
- É melhor eu ir com o meu e você vai no seu, assim eu deixo meu carro lá mesmo e na hora de ir buscar a joia iremos no seu carro, depois é só você me deixar em casa.- Demi deu a ideia mostrando praticidade.
- Combinado!

Durante a viagem, eu liguei o som no meu carro e nada de bom tocava lá...
Chegamos ao apartamento de Demi, ela abriu a porta e foi abrindo as janelas.
- Fique a vontade, Joe. Sei que não é nada se comparado à sua casa, mas sinta-se em casa.
- Seu apart é bem confortável, Demi. Antes do sucesso que eu fiz, eu tinha um apart assim e nunca quis sair de lá, mas meu pai e meu irmão me convenceram a comprar a casa.
- Vem comigo para cozinha. – Eu a segui. Demi fez um coque frouxo no cabelo e começou a pegar as coisas da geladeira e ligar o fogo, fazia tudo numa agilidade impressionante.
- Por que está correndo?
- Só tenho uma hora de almoço, chefe! – riu.
- Você está com o chefe hoje, Demi. Relaxa! – disse brincando. - Eu preciso mudar algumas regras da empresa.
- Concordo com você. – Demi riu.
- Me ajuda?
- Claro! O que acha de cinco horas de almoço?
- Melhor eu fazer isso sozinho. – rimos.
- Sério, Joe. Acho que uma hora é tolerável... Dá tempo se contarmos que a maioria dos funcionários almoça perto, poucos vão para casa igual a mim. Se você der mais tempo, vão abusar! É melhor deixar como está, eu só estava brincando... Sem contar que a culpa é minha. Eu devia ter deixado tudo pronto, mas eu fiquei com preguiça.
- Tudo bem, Demi. Você me convenceu!
Ajudei a Demi a terminar de preparar o almoço. Depois almoçamos. Aquela comida estava incrível, Demi é uma ótima cozinheira e não deixei de dizer isso.
- Demi, você cozinha muito bem!
- Joe, eu só esquentei isso. É tudo pré-cozido. – rimos.
Depois fomos embora juntos. Demi é minha amiga há muito tempo, mas eu nunca percebi como ela era bonita. Ela tinha os olhos incríveis, o sorriso mais adorável que eu já vi.

Às seis horas havia chegado e era hora de escolher o anel para Ash.
- Está pronto?
- Claro! – desliguei o computador e fomos. Demi tinha um sorriso sapeca nos lábios.

- Porque está feliz desse jeito? Parece até que você que vai ficar noiva.
- Estou feliz porque minha vida está as mil maravilhas.
- Então se acertou com o noivo!
- Sim, e eu não me deixei levar dessa vez.
- Que bom, Demi. Vocês tem que marcar a data do casamento, sabia?
-  Sei disso, Joe. Só que não depende só de mim, ele precisa querer também. Ele parece que tem medo de casar... Eu não sei muito bem como ele pensa, mas todas as vezes que falo de casamento, ele foge como um rato.
- Ele deve ter medo mesmo, Demi. Se você quiser, no jantar amanhã eu converso com ele. O que acha?
- Mesmo? – Os olhinhos de Demi brilhavam. E então, tive certeza que Demi é loucamente apaixonada por ele, e ele é um homem de sorte por tê-la.
- Claro! Lembra na faculdade?
- Eu que sempre fazia isso por você.
- Verdade, você dizia para as meninas que eu gostava delas, e eu ficava com elas.
- E no final sempre as magoava.
- Não era por mal, eu só não queria mais ficar com elas, ué.

Na joalheria...

Continua...


Meninas, desculpem o capítulo foi incompleto faltou um pedacinho importante.
Tenho uma informação:
·         Nos próximos capítulos mais personagens irão aparecer e talvez isso seja bom para Joe e Demi.

Comentem para o próximo, ok? Espero com paciência.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Capítulo 4


Demi Lovato

 Demi narrando...

Às oito esperava pelo meu noivo em meu apartamento. Claro que eu não estava arrumada, como ele tinha pedido. Nós tínhamos que conversar primeiro. Ah, se tínhamos!
Quando ele chegou nem se deu o trabalho de bater na porta. Como ele tinha a chave já entrou e se assustou quando me viu.
Eu estava usando uma calça de moletom cinza, meu cabelo estava preso num coque, estava com uma blusa do Piu-Piu de manga curta e assistindo televisão.
- Docinho, você está uma gata com essa roupa e esse penteado. – me deu um selinho que por pouco eu correspondi. – O que aconteceu?
- Precisamos conversar.
- Uma D.R.?
- É. – Sentou ao meu lado no sofá.
Uma das coisas que eu amo nele é isso, apesar de tudo ele me compreende. Qualquer homem foge de uma “Discussão de Relacionamento”, mas ele não. Ele enfrenta. Tirou o controle da minha mão e desligou a tevê.
- Estou pronto.
- Preciso, mesmo, que me diga a verdade.
- Sobre?
- Por que me deixou plantada?
- Eu disse... Tive uma reunião, ela terminou muito tarde e quando saí pensei que já estivesse dormindo. Sabe que eu nunca faltei nenhum compromisso nosso.
- Eu fiquei muito magoada, Wil. Eu pensei coisas absurdas de você, sabia? Um misto de emoções tomou conta de mim naquela noite, ao mesmo tempo em que eu queria te matar.
- Eu jamais mentiria para você, docinho.
- Eu acredito em você. Eu só não quero que ache que todas vez que você pisar na bola, pode chegar aqui com milhões de flores e me seduzindo que vai estar tudo bem, sabe que não é assim que funciona.
- Eu sei, me desculpe se deixei mostrar isso. Não fique chateada comigo.
- Não estou mais. – o beijei e o abracei. - Te amo.
- Também te amo. – me beijou novamente. Ele pegou o controle e ligou a tevê novamente e deitamos no sofá abraçados. - Eu ia te convidar para jantar num restaurante que eu fiz reserva, mas está bem melhor aqui.
- Eu também acho...
Ficamos algum tempo daquele jeito, sem dizer nada, sem fazer nada. Apensas sentindo o calor um do outro, o ar um do outro... Nem a televisão fazia sentido estar ligada.
- Não sei você, docinho, mas eu estou morrendo de fome.
- Você não está querendo que eu vá para o fogão, não é?
- Não. Que isso? É pecado uma mulher tão linda como você manuseando um fogão, sabia? Minha ideia era pedir uma comida. O que acha?
- Acho uma ótima ideia.
- Ou... Eu posso cozinhar. – Podem dizer que eu tenho o homem mais cobiçado por todas as mulheres... Ele é lindo, romântico, me compreende e sabe cozinhar. Quer coisa melhor?
- Só se você quiser, eu vou amar, mas... Só se você quiser. – Wilmer levantou e foi para o fogão. Eu fui atrás ajudar, pois ele não conhece a minha cozinha.
Wilmer sabia conduzir um fogão, ele era perfeito. E a comida era ótima. Ele nasceu sabendo cozinhar.
Quando já estava terminando, eu arrumei a mesa para podermos comer. Ele tinha um sorriso maravilhoso no rosto, parecia um sorriso de vitória, de alegria.
Já sentados e comendo...
- O que foi? – perguntei ansiosa.
- Desculpe, não entendi.
- Você está sorrindo para o nada.
- Não é nada, meu amor. Fique tranquila. Eu só estou feliz de estar aqui com você. Pena que eu tenho que ir embora.
- Isso que eu não entendo. Sempre você vai embora, nunca fica comigo. Nunca dorme comigo...
- Já lhe expliquei tantas vezes que... Que eu não posso. Amanhã eu tenho que trabalhar e você sabe, odeio correr para me arrumar.
- Ainda não explica nada. – fiquei emburrada.
- Docinho, vai fazer isso de novo?
- É que às vezes parece que você não gosta de mim. Por acaso, eu ronco, eu faço coisas nojentas enquanto durmo ou mexo muito que você não consegue dormir? Me diz o que é.
- Não é nada disso, eu juro. – respondeu rindo e eu acabei rindo também. - Vamos fazer assim, eu adiei a minha viajem para sexta à noite para podermos ir juntos, lembra?
- Sim, lembro.
- Então, a partir de amanhã iremos dormir juntos até o fim da viagem, o que acha?
- Perfeito. Quem sabe descubro o que te impede de dormir comigo? – rimos.
- Você é tão graciosa. – Odeio quando ele faz elogios do nada, eu fico sem ação. - Adoro quando você fica vermelhinha, quando fica sem graça. Sabe que eu te amo como ninguém.
- Eu também te amo muito. - nos beijamos.

Quando terminamos o jantar, Wilmer se preparava para ir embora e eu avaliava atentamente cada pedaço do seu corpo perfeito.
- Eu sei que eu sou irresistível, mas se você continuar me olhando desse jeito eu vou ficar com medo.
- Desculpe.
- Ficou vermelhinha de novo. – se aproximou e me beijou.
- Tem mesmo que ir?
- Sim. Vou preparar minha mala para vir para cá amanhã.
- Tudo bem... Então.
- Tchau, docinho. – me beijou pela última vez e saiu.
Me cortava o coração vê-lo ir, eu tinha a sensação que o estava entregando para alguém. Que bobagem da minha cabeça!
Depois que Wilmer foi eu me preparei para dormir.
Continua...







Oi meninas! Bom, aqui está o capítulo.
Quanto mais comentarem, mais eu vou postar, hein! Minha postagem depende de vocês.
Respondendo as perguntas: Não vou dizer se é ou não Jemi, só digo que sou 100% fã Jemi. Não sei se comentei com você, mas essa história é diferente, porque... Bom, tem que ler.
Não vou dizer que eles vão ficar juntos, daqui a pouco, mas posso dizer que em breve sim... Entende? Espero que sim.
Bom, espero que tenham paciência para aturar os obstáculos. Depois do Jantar e dessa viagem de Wilmer com Demi MUITA coisa BOA, vai acontecer... Muito mistério, muitas descobertas, muitos romances... Personagens novos, ideias novas e... Chega, né? Falei de mais.
Finalizando, espero que tenham gostado do capítulo 4, comentem para o 5 com o Joe narrando.

Frase de reflexão: “A felicidade sempre bate na sua porta, mas ela não gira a maçaneta. Portanto, quem decide se quer que ela entre, É você”
(Autor Desconhecido)

domingo, 6 de maio de 2012

Capítulo 3


Joe Jonas

Joe narrando...

Quando já estava na hora de ir embora, fui me despedir de Demi e claro, agradecê-la, afinal, se não fosse ela, essa empresa já tinha ido à falência.
- Demi? – chamei enquanto ela olhava fixamente para o papel, parecia ler algo muito interessante.
- Oi.
- Desculpe te atrapalhar, estava tão concentrada. Já está na hora de ir.
- Eu preciso deixar algumas coisas organizadas para amanhã.
- Você e suas manias! De qualquer forma, eu vim te agradecer mesmo. Obrigado de verdade, Demi. Se não fosse você, não sei o que seria da imobiliária Adam.
- Seria o fim dela. – rimos. – Não tem que agradecer, Joe. Eu faço o meu trabalho.
- Seu trabalho é fazer as contas e concordar com o chefe e você faz mais que isso, eu estou agradecido. Bem, eu tenho que ir. Ashley me espera!  Falando nisso, se resolveu com Valderrama?
- Claro, quer dizer, não resolvemos, mas... Bem, nem sei como explicar. Nós ficamos juntos ontem, e... Só. Eu disse o que eu queria, ele se explicou, eu não acreditei, mas ele me seduziu. – eu ri.
- Demi, sabia que toda a vez é assim?
- É?
- É, toda a vez ele faz a mesma coisa.
- Hoje nós vamos conversar e eu não vou me deixar levar.
- Eu duvido um pouco, mas amanhã você me conta.
- Joe, você não tem que ir embora?
- Você também, se não sair em cinco minutos eu te demito por trabalhar demais. – Saí da sala.
Só a Demi para ficar trabalhando depois do horário! Entrei no carro e parti para casa, cheguei e Ashley me esperava para o jantar. Tomei banho e estávamos conversando.
- Aí a Demi disse que não era a melhor solução, eu discordei, lógico, mas ela realmente estava certa. Olha, Ash, se não fosse a Demi, eu não sei o que seria da minha empresa.
- Ótimo, por que não casa com ela de uma vez! – Ashley estava brava.
- Ciúme? – perguntei sorrindo.
- Não é isso, é que... Bem, você só sabe elogia-la, entende?
- Demi é minha amiga e meu braço direito. Não precisa ficar com ciúme, meu amor. Se você a conhecesse, não diria isso.
- Mesmo? – ela ainda estava brava.
- Mesmo. Demi é noiva há mais de sete anos, ela é super apaixonada pelo noivo e eu sou perdidamente apaixonado por você... Não preciso de nenhuma administradora bobinha. – Deixa Demi me ouvir falar dela desse jeito! Beijei Ashley. – Eu te amo.
- Eu também te amo... Sabe que eu tive uma ideia, o que acha de chamar a Demi e o noivo para jantar conosco?
- Ótima ideia, Ash! Demi vai adorar a ideia, ela sempre quis te conhecer, mas toda vez que combinamos acontece alguma coisa e não dá certo. Vocês vão ser melhores amigas. - Falei animado com a ideia.
Combinamos o dia e como seria o jantar com Demi. Esse jantar tinha tudo para dar certo.
Fomos assistir televisão antes do jantar.
- Joe, não vai trabalhar amanhã, não!
- Por quê?
- Eu me sinto tão sozinha aqui.
- Ash, eu preciso trabalhar, eu não posso ficar.
- A empresa é sua, não é?
- É, mas... Eu preciso ir. Está tudo de cabeça para baixo lá. Eu não posso largar tudo e... Ficar aqui com você.
- Que pena!
- Quantas horas?
- São sete horas ainda... Por quê?
- O que acha de um cinema?
- Agora?
- É... Podemos pegar a seção das oito ainda.
- Nem jantamos.
- O que importa? Se ficarmos um dia sem jantar não vai matar ninguém, vai?
- Não, mas... Assim do nada?
- Precisamos de alguma desculpa para ir ao cinema?
- Então, tá... - Ashley parecia um pouco confusa, também não era para menos, decidi de repente.
Depois que me troquei, fiquei esperando Ashley na sala. Ela sempre demora. Eu não sei por que se arrumar tanto assim, ela já é linda naturalmente.
Fiquei pensando em como eu e Ash estávamos entrando em uma rotina, não saíamos para nada. Estava chato já. Acho que foi por isso que ela assustou, eu tomei uma decisão de repente. Acho que ela gostou.
Vinte minutos depois eu estava gritando para que Ash se apressasse.
- Ashley, se demorar muito vamos ter que pegar a seção das dez.
- Calma, meu amor. Eu já estou descendo.
- Não sei para que se arrumar tanto, você é tão linda.
- Eu gosto de ficar arrumada, Joe. Qual filme vamos assistir?
- Não sei ainda. Na hora escolhemos!
- Sabe qual filme eu queria assistir?
- Se você falar daquele garotinho famoso, eu desisto agora de ir.
- Ah não Joe. Então escolheremos outro, mas juntos, pois eu não quero assistir filmes de guerra e muito menos de terror. Esses filmes são muito monótonos. Parece que nunca acaba e quando finalmente acaba parece que algo ruim vai acontecer a qualquer momento.
- Tudo bem, Ash. Escolheremos um filme juntos. – Abri a porta do carro para ela. E entrei do outro lado.
Eu nunca vi Ashley tão animada quanto hoje. Precisamos fazer mais coisas diferentes. Até eu estava animado, mesmo que cansado.
Chegamos ao cinema e escolhemos o filme, na verdade Ashley escolheu. Ela insistiu tanto que fosse aquele, que eu não pude dizer não. Em fim, compramos a pipoca de sal, pois Ashley não queria doce.
Continua...





Trecho para o reflexão: “Aquele que não fala, é mudo;
Aquele que não enxerga, é cego.
Aquele que não ouve, é surdo;
Aquele que não ama, é apenas um misero idiota, que depois de conquistar simplesmente joga fora!” (Luisa Franco)


Resposta:
Karen: Eu também sinto o mesmo por Wilmer o que sinto por Ashley. Também sofro desse mal de fã Jemi. (risos) Nada vai me fazer gostar deles... Nada mesmo.
Lari M:Oi Flor, estou bem graças a Deus. Obrigada por todos os elogios que escreveu. Simplesmente me fizeram bem, maravilhosamente bem. Gosto muito de escrever, quer dizer é o que eu AMO fazer , é como uma forma de extravasar. Quando escrevo penso em como agradaria vocês (leitoras), e esse é o resultado, fico feliz de estar agradando. Mais uma vez, muito obrigada. Momento da sinceridade: eu não faço ideia do que é um tumblr. Já ouvi falar, muitas pessoas tentam me explicar, mas nunca tive curiosidade de ver como era, mas valeu a dica, eu posso tentar no próximo capítulo. Eu amo esse tipo de frases que nos fazem refletir, e se lá tiver assim, eu quero um tumblr. Um beijo para você também! Espero que goste desse capítulo! 

Oie! Eu sei que querem me matar e que eu tenho sorte de a maioria não me conhecer.  E quem conhece não pode fazer nada contra mim... É o que eu acho, não é?.
Meninas, me perdoem de verdade.
Espero que tenham gostado e comentem, ok? Quero saber suas opiniões.
P.s: Se tiver um número significante de comentários, eu posto amanhã mesmo, hein... Ou quem sabe hoje.
Beijos.