quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Capítulo 8, Capítulo 9 e Capítulo 10:


Demi Lovato

Assim que eu entrei em casa, ouvi.
- Também estou com saudades, te amo muito. – só que não era para mim. Ele falava ao telefone. Na hora senti um calor enorme percorrer o meu corpo só não sabia se era pelos sentimentos que pediam espaço, todos no mesmo tempo, ou porque estávamos no verão. – Não se preocupe. – ele desligou o telefone.
Fiquei ainda parada ali, ele estava de costas e mexia no celular. Não sei se ele percebeu a minha presença, mas ele olhou para trás e, quando me viu do jeito como eu estava, ficou assustado.
- Oh, meu amor! Chegou cedo... O que aconteceu? – eu não conseguia responder, primeiro tinha que respirar e esperar aqueles sentimentos se acalmarem. - Que cara é essa?
- Wil, eu... – respirei fundo. - Quem que você ama?
- Como? – ele fez-se de desentendido. Não era possível que ele não me entendia.
- Quando entrei você disse “te amo muito”... Eu te pergunto: quem você ama?
- Além de você? – ele parou de falar, acho que esperando uma resposta, mas precisava? – Bem, minha mãe. Faz tempo que eu não a vejo, estou com saudades.
- Mesmo?
- Mesmo. Vai duvidar de mim, agora?
- Não, não é isso... Desculpe, eu... Ah, esquece!
- Eu te entendo, mas não me disse por que chegou cedo.
- Pedi a Joe que me deixasse sair para preparar a sobremesa.
- Meu amor, não precisava, eu ia preparar.
- Então eu te ajudo.
- Tudo bem, eu até fui ao supermercado busquei algumas coisas, até comprei uns legumes para você. Sabe, só tem porcaria nesse armário.
- Nossa! Que noivo preocupado eu tenho. – Eu disse contente, depois de tanto tempo, era muito bom ouvir alguém se preocupar comigo. Mesmo dez anos ao lado de Wil, eu às vezes me sentia sozinha.
- Preocupado e que te ama, não esqueça!
- Nunca. – o beijei.
Quando eu cheguei nem o fiz, pois estava chocada demais para isso. Ainda bem que foi só um engano, pequeno e terrível engano. Eu o amo demais para deixa-lo, acho que eu nem conseguiria.
- Demi, pode tomar banho agora, eu vou começar a fazer o recheio e na hora de montar você me ajuda.
- Tudo bem, já que vai fazer tudo sem mim, eu não me importo.

Entrei no chuveiro, deixei a água cair sobre meu corpo e eu estava tão feliz que até sorria sozinha. Wilmer não era perfeito, mas eu o amava tanto que os seus defeitos ficavam opacos, e não faziam diferença para mim.
Terminei meu banho e fui escolher uma roupa. O que usar? Jeans? Jamais! Não num jantar onde você vai conhecer a futura noiva do seu melhor amigo. Optei por um vestido azul marinho básico, batia até o joelho e ele era meigo. Excelente para a ocasião.
Na escolha da roupa não podia faltar uma sandália simples e joias, entre elas a pulseira – caríssima – que meu amigo me deu. Deixei para coloca-las depois, pois vou ajudar Wilmer.
Cheguei à cozinha e ele estava finalizando...
- Por que não me esperou?
- Ah, meu amor. Você trabalhou o dia todo, não é? Merece descanso. Vem cá, será que amanhã Joe não deixa você sair mais cedo, não?
- Já saí cedo hoje! A coisa lá não está para brincadeira...
- Sério, Demi?
- Sério. Escuta, você não me disse para onde é a viagem!
- Para o México...
- Brincando?
- Não, eu estou falando sério.
- Eu sempre quis ir para lá! É meu sonho, eu estou muito feliz! Você sabia disso, eu sempre disse, porque não me disse antes?
- Eu só queria fazer surpresa, sempre quando viajamos você nunca pergunta onde, só na hora mesmo... Dessa vez foi diferente.
- Não estou acreditando! – eu pulei no colo dele de tanta felicidade.
- Uau! Quanta alegria!

Já estávamos prontos para ir à casa do Joe, eu só estava dando um toquezinho na maquiagem, mas Wilmer não espera.
- Anda, Demi! Você está igual a... – se limitou a falar.
- Igual a quem?
- Igual a uma rainha...
- Rainha? Sei...
- Podemos ir?
- Podemos.
- Demi, será que podemos ir com o seu carro hoje?
- Sempre vamos com ele, né?
- Eu acho melhor... Depois ficam dizendo “vi seu carro na zona leste”...
- Já disse que não têm que ligar para o que as pessoas dizem, elas não tem que saber de nada da sua vida.

No carro, deixei Wilmer dirigir. Liguei o som, e Wil desligou.
- Ora, por que desligou?
- Gosto mais de ouvir a sua voz. – liguei de volta.
- Isso não cola! Se quiser, eu canto mais alto que ele.
- Melhor não!
Dei as coordenada a ele e chegamos.
As luzes da casa do andar de baixo estavam acesas, o que significa que eles estavam no andar de baixo. Faz quase um ano que eu não venho à casa de Joe. Da última vez, vim para uma festa maravilhosa.
- É essa casa mesmo?
- Claro, Wil! Toque a campainha. – Ele tocou, dez segundos depois a porta abriu.  Era Joseph.
Ele e Wilmer já se conheciam, então se cumprimentaram. Não ouve olhares nem nada, pois Wil sabia muito bem que Joe era meu amigo e nada mais. Entramos na casa, e uma mulher veio falar conosco, acredito ser a Ashley. Não sei porque, mas ela e Wilmer, trocaram olhares.
- Ashley essa é Demi e o noivo, Wilmer Valderrama; Demi e Wilmer essa é Ashley minha namorada.
- Te conheço de algum lugar... – disse Ashley após ser apresentada ao meu noivo.
- Deve estar enganada, me lembraria do seu rosto facilmente. Prazer!- O sedutor do meu noivo estava cumprimentando Ashley.
- Você é a famosa Demi, a amiga de Joe. Estou muito feliz de em fim, poder te conhecer.
- Depois de um ano...


BahChris

Estava tudo maravilhoso, Joe e Wilmer conversavam na sala enquanto Ashley e Demi conversavam na cozinha. Demi ofereceu ajuda a Ash e aproveitou para levar a sobremesa.
Podia-se ouvir as risada das duas da sala, pelo visto tinham se dado bem. E Joe achava que isso era ótimo, para Wilmer não fazia diferença.
-... E amanhã vamos para o México.
- Que maravilha! Demi sempre quis ir ao México. Por que ela não me contou?
- Bem, ela só soube hoje. Eu vou a trabalho, mas... Não vou trabalhar vinte e quatro horas, por isso sempre levo a Demi comigo. - dizia de um jeito malicioso, jeito do qual Joe não gostava. - Também vou trabalhar só no sábado, no domingo estaremos livre e poderemos aproveitar mais o lugar.

Com Demi e Ashley....
- Joe não sabe nem pegar numa colher, imagina fazer alguma coisa!
- Sei bem como é... Eu não gosto de cozinhar, então sempre faço coisas mais rápidas e fáceis, assim eu não fico tanto tempo na cozinha. Além disso, eu cozinho mal.
- Por que não paga alguém?
- Eu não tenho condições de pagar ninguém para fazer comida para mim.
- Pelo que eu sei, seu noivo é bem rico.
- Ele é rico, e eu não. Nós não somos casados.
- Mas eu e Joe também não somos casados e isso não impede de Joe pagar nada para mim. - Demi notou um tom diferente na voz dela, um tom que ela não gostava.- Aliás, ele nem se importa.
- Está querendo dizer q...
- Então, Ash? Já podemos comer? – Joe perguntou entrando na cozinha ao lado de Wilmer.
- Sim.

Quando todos já tinham se servido e saboreavam a comida, ninguém tinha muito o que falar. Bem, Joe não combinava com Wilmer, eles tinha gostos bem diferentes e Demi não combinava com Ash... Aliás, desde o primeiro momento não bicaram.
A situação estava ficando desconfortável, não ouvia-se nada, só os ruídos do garfo batendo no prato e algumas palavras como “está ótimo!”. Para não ficar pior, Joe resolveu falar.
- Esse jantar está uma delícia, Ash! Demi, sabe o que isso me lembrou? Aquele almoço na casa da mãe da Selly, que você comeu cinco vezes!
- Joe, não diga isso! Eu não comi cinco vezes... Eu só comi duas. Não entendo porque sempre dizem isso!
- Porque tinham cinco pratos descartáveis ao seu lado.
- Mas só dois era meu.
O assunto rendeu, pena que só Joe e Demi falavam o tempo todo.

Não era para ser assim, o objetivo do jantar não era esse.
Bem, no final de tudo...
- Demi, está tarde. Podemos ir embora? – Wilmer a chamou para ir.
- Claro. Joe e Ash, o jantar estava maravilhoso! Obrigada pelo convite.
- Faço minhas as palavras da Demi.

No carro com Demi e Wilmer...
- O que achou?  – Demi perguntou sorridente, esperando que seu noivo tivesse gostado de estar com seu melhor amigo, mais uma vez.
- Sabe Demi, eu vou ser sincero: Joe não é tudo que você diz. Achei ele muito sério, parece que não sabe conversar... Com certeza ele e eu não seríamos amigos.
- Joe não é assim! – Não havia pessoa melhor que Demi Lovato para conhecer Joe jonas. – Você não pode julga-lo assim, nem o conhece.
- Já conversei com ele um milhão de vezes e não gostei de nenhuma.
- É incrível como nada te agrada, sabia?
- Você perguntou e eu respondi. Outra coisa: que clima era aquele? Acho que esse foi o pior jantar que eu já participei e olha que eu já fui a muitos jantares chatos! Nem o jantar que min..
- De sua o que?
- Esquece, Demi!
- Wilmer, você me irrita tanto! Vive cheio de segredos. Eu não estou aguentando mais. Te conheço há mais de dez anos, mas as vezes é como se eu te conhecesse agora. É insuportável essa situação! Sério, eu não estou aguentando.
- O que quer dizer com isso?

Com Ashley e Joe...
- Joe, ela é muito sem graça, meio sem noção... Não gosto de pessoas assim!
- Ela não é assim, ela é minha amiga.
- Amiguinha chata, hein!
Era bem nítido que o objetivo do jantar não fora atingido e aquilo não ia acabar bem, pois quando o melhor amigo não gosta do seu(a) namorado(a) o bicho pega!

Quando Wilmer e Demi, finalmente, chegaram em casa...
Demi entrou como um furacão na frente dele e foi direto para o banheiro tinha algo preso na garganta, precisava urgentemente gritar e quem sabe até chorar. Há muito tempo Demi sentia-se como um objeto usado por Wilmer Valderrama, não queria mais sustentar aquela situação e estava disposta a acabar com qualquer coisa que a machucasse daqui para frente.
Wilmer bateu na porta.
– Docinho, precisamos conversar.
- Não quero conversar agora! – gritou do banheiro.
- Mas precisamos muito docinho.
- Só se me contar a verdade. – Demi abriu a porta para poder olhar para ele e poder julga-lo.- Toda a  verdade! - Demi abriu a porta.- Quero e preciso muito saber a verdade. Wilmer, por que tudo é tão oculto em você? Por que têm muitos telefonemas estranhos? Por que nunca dorme aqui comigo como todos os namorados normais? Por que só tenho o número do seu celular? Por que não posso conhecer seus pais, seus familiares?
- Um dia você vai conhece-los, eu juro.
- Esse um dia está demorando demais.
- Tente me compreender.
- Eu já te compreendo há mais de dez anos. - Demi estava prestes a chorar.
- Demi, eu... Desculpe!

No dia seguinte...
Joe Jonas

Eu acordei mais cedo que imaginava, estava muito tenso, parecia que algo ruim poderia acontecer a qualquer momento, mas aquele dia era extremamente importante para mim e Ashley, a pediria em noivado, mas com a intenção de nos casarmos o mais rápido possível! O tempo estava passando e a idade estava chegando e meus planos eram os melhores possíveis no que diz respeito à família.
- Joe, que cara é essa? – Eu tinha um plano para esse dia.
- Ash, sério! Me deixa... Não acordei de bom humor.
- Já percebi! – a partir dali eram patadas atrás de patadas. Eu me desconfortava com isso, dificilmente Ash e eu brigávamos, mas fazia parte do meu plano.

Quando fui para o trabalho, tinha que encontrar Demi e dizer toda a verdade. Conhecia tanto Demi que já sabia o que ela ia falar.
- Oi, Joe!
- Oi Demi, e aí? Como está?
- Posso dizer a verdade? Eu preciso de um amigo agora, sabe.
- Claro Demi. Sabe que eu sou seu amigo e que pode confiar em mim para o que quiser.
- Joe, eu não estou aguentando mais, entende? Wilmer e esses segredos me matam! Não sei o que fazer, na verdade tenho vontade de terminar tudo, mas eu o amo. É tão difícil, Joe. Eu... Não sei o que fazer. – realmente Demi parecia desolada. Precisava mesmo de um amigo.
- Demi, não sei o que dizer...
 - Joe, eu preciso muito da sua ajuda. Diga alguma coisa sábia que possa me ajudar a pensar.
- Oh, Demi. Queria muito poder te ajudar, mas eu não sei o que dizer.
- Wilmer está cada dia mais misterioso e eu estou cada vez mais arrasada com isso. Talvez ele tenha... Outra?! – Não sabia se Demi estava me perguntando ou afirmando, saiu estranho. – É difícil acreditar nisso, porque o amo, mas tudo me faz pensar nisso. - Como não sabia o que falar e Demi precisava desabafar, deixei que ela continuasse. – Talvez ela seja mais importante que eu.
- Demi, não diga isso! Você é maravilhosa, Wilmer seria um cretino se te trocasse. Nenhuma mulher chega aos seus pés.
- Nem mesmo Ashley? – Demi perguntou brincando sabendo a resposta, mas querendo saber como iria se livrar disso.
 - Agora você me pegou! Difícil te responder. – riu de mim, depois deu um beijo em minha bochecha, quer amigo melhor que eu?
- Te amo, Joe. Obrigada por me ouvi, você é um ótimo amigo. – ela saiu da minha sala.
Tudo ficou mais tranquilo depois da nossa conversa. Algumas vezes que fui à sala dela, a peguei pensativa, mas sempre profissional. Uma grande qualidade em Demi.

Na hora do almoço fui abrigado a perguntar:
- Então, vai viajar hoje?
- Pensei bem, vou sim. Acho que vai ser uma ótima oportunidade de poder conversar melhor com ele, sabe? Quase não temos tempo de conversar.
- Pode tirar sua dúvidas, então?
- É o que eu mais quero.

Hoje foi um daqueles dias estressantes que dá vontade de jogar aqueles papéis pela janela, ou colocar tudo dentro da gaveta e fazer-se de desentendido quando alguém te solicitar isso. Graças a Deus, às seis horas de trabalho já estavam no fim. Aproveitei e fui a sala de Demi desejar-lhe boa viagem.
- Obrigada, Joe.
- Me avise quando chegar?
- Claro, eu devo chegar tarde, Joe. O voo vai ser às onze da noite.
- Então me ligue pela manhã, pode ser?
- Claro. – a abracei mais uma vez. Eu sei que ia ser só um final de semana, mas eu tinha um aperto no peito como se algo fosse acontecer. É como se eu não fosse vê-la nunca mais. – Na segunda estou de volta. – esclareceu, provavelmente achando estranho o meu jeito.
Demi era como minha irmã, meu pinguim da sorte – a chamava assim na faculdade, só parei porque ela não gostava. Se algo acontecesse com ela me sentiria culpado. Eu sou praticamente a única pessoa mais próxima dela. Os familiares moram no norte do país.
Indo para casa me peguei imaginando as piores coisas, como acidentes de carro, ou o avião caindo, ou até mesmo o hotel desabando como as torres gêmeas. Eu sei que pensei em tanta tragédia que cheguei em casa sobrecarregado, só queria tomar um banho e deitar.
- Joe, preciso te contar uma coisa. – Ash disse subindo as escadas atrás de mim. - Já sei de onde conheço esse Wilmer! – Ashley disse de um jeito empolgante, como se tivesse ganhando algo com essa descoberta. Eu não entendia muito essa empolgação, mas...
- Conhece mesmo ele?
- Não o conheço, mas sei onde o vi e sei quem é.
- Bem, quem é nós sabemos. Sabemos que é Wilmer Valderrama um empresário bem sucedido, noivo de Demi ,...
- Noivo de Demi? Você tem certeza?
- Por que está dizendo isso, Ash? Não estou te entendendo. Você está me deixando confuso.
- Wilmer Valderrama, esse que você diz ser noivo de Demi, é casado.
- Ashley o que você está dizendo é muito sério! Não pode afirmar as coisas assim, imagina se alguém te escuta?
- Mas eu não estou falando nenhuma mentira e nem acho nada! Eu tenho certeza que ele é casado, e aliás, é casado com a minha amiga Geovana Casilas Valderrama.
- Como pode ter certeza?
- Primeiro eu achei muita coincidência esse nome, mas... Deixei de lado! Hoje a encontrei e quando ela pronunciou o nome dele, perguntei quem era. Fiquei sem ação quando ela me disse que era o marido dela. – Será que isso é verdade? – Depois, ela me disse que ele estava viajando. Logo pensei, por isso que os dois vão viajar hoje.
- Ash, pensa bem... Será que não é coincidência demais?
- Não, eu ainda vi uma foto dos dois no dia do casamente. Já o vi na casa deles poucas vezes, por isso não lembrei de cara quem era. Joe, tudo se encaixa! Ele é um marido ausente, vive trabalhando e sempre chega tarde, a maioria das vezes de madrugada e sempre fedendo a vinho ou a perfume de mulher. Como Geovana diz: perfume barato e vagabundo, mas na verdade é um ótimo perfume, inclusive eu uso.
- Demi vai surtar quando souber!
- E você não pensa em contar, né? Ela não ai acreditar em você, a menos que tenha alguma prova. Pelo o que você me disse e pelo que eu vi, Demi é apaixonada por ele. Vai ser difícil!
- Eu sei... Como vou contar isso a ela?
- Melhor não contar, Joe. Não vamos nos misturar nessa historia. Não contei nada a Geovana e ela não me perdoaria quando souber que eu sei.
- Mas Demi é minha amiga, Ash.
- Geovana também é minha amiga. Sabe o que eu estou pensando em fazer, chamar ela e o marido para vir aqui. Quero ver a cara do Valderrama! E se no dia chamássemos a Demi também, nossa iria ser maravilhoso!
- Ashley, que coisa horrível! Não conhecia esse lado vingativo e perverso seu. Com licença ou tomar um banho.
Depois do banho Ashley me pediu desculpas, tudo isso fazia parte do plano de pedi-la em casamento. Consegui convencê-la a me ajudar a contar a Demi, toda a verdade. Pelo menos, conseguir provas.

Continua....


Hei meninas, desculpem a demora... Desde agosto né? Ui, me perdoa!
Está tudo uma correria para mim, vocês não fazem ideia, mas está tudo sendo produtivo e eu sei que no futuro eu vou me orgulhar disso.
Nunca parei de escrever, essa história inclusive, já está prontíssima e aprovadíssima pela minha editora-amiga. Espero que estejam gostando e deixem o comentário aqui, viu?
Beijos.... s2

P.s: Se conseguir um resultado legal, ou seja, se quiserem ler mais deixem um comentário que eu posto mais quando entrar aqui, fechado? 




domingo, 19 de agosto de 2012

Capítulo 7:



Joe Jonas

Assim que entrei em casa...
- Joe onde esteve esse tempo todo? São quase nove horas!
- Eu avisei que ia demorar, meu amor. Estava com Demi.
- Você me disse isso, mas você demorou tanto! Já fica com ela a maior parte do tempo, e quando pode ficar comigo, ela te pede um favor.
- Oh, meu amorzinho mais ciumento! –  a beijei.
- Já disse que não sou ciumenta.
- Quando a conhecer vai esquecer tudo isso.
- Por quê? Por acaso, ela é feia?
- Não, pelo contrário. Só disse isso, pois você verá que Demi é loucamente apaixonada pelo noivo. Só que ele não enxerga e fica cozinhando ela a banho Maria.
- Sei...

No dia seguinte, na empresa estava mais tranquilo.
- Joe, será que eu posso ir mais cedo para casa hoje? É que eu tenho um jantar muito importante e eu gostaria de não fazer feio e fazer uma sobremesa. - disse brincalhona.
- Claro, Demi! Vá a hora que quiser.
- Você é o chefe perfeito, sabia?
- Obrigada, Demi.
- Nada. – Notei Demi um pouco diferente, parecia mais triste. Aposto que é culpa do noivo.
- Que foi?
- Wil, ele me irrita às vezes. Desculpa, eu sempre tenho que falar dele, mas ele... Ah, você não vai me entender.
- Demi, esqueça que sou homem. Fale comigo só como um amigo.
- É difícil, nem você faz isso comigo.
- É porque homens quando se juntam dizem coisas mais pesadas, coisas que o universo feminino é muito sensível e delicado para compreender.
- Joe, não comece com machismo, não. Está bem? Mais isso e eu não aguento.
- Sério, Demi. Me diga!
- Wilmer está com ciúme de você. – eu ri, pois lembrei que Ash, sente ciúme de Demi.
- Está rindo de que? Não vejo graça.
- Acontece que Ashley também tem ciúme de você. – foi motivo para Demi rir.
- Por que será? Nós não temos nada a ver, somos amigos desde que nos conhecemos.
- Não sei... Bem, Ash diz que eu falo muito de você.
- É, mas é normal trabalhamos juntos e ainda somos amigos.
- Eles não compreendem.
- Verdade. Eu entendo até certa parte...
- Demi, você tem alguma noticia da Selly ou da Mi? – Mi e Selly foram nossas amigas também, desde a faculdade.
- Às vezes elas me mandam e-mail, mas faz mais de dois meses que eu não mantenho contato com nenhuma das duas.
- Verdade, eu também. Depois que Selly foi embora, Mi se afastou da gente.
- Acho que elas foram trabalhar juntas, não foram? E também tem um pouco a ver com a traição do namorado de Mi. Se desde o início ela tivesse acreditado em nós, nunca que ela teria passado por tudo aquilo.
- É difícil acreditar. Fácil seria se tivéssemos provas, mas é impossível num caso desses, entende? – Mi namorava David Henri o cara mais galinha da face da terra, ele ficava com todas que podia quis ficar com Selly e com Demi, mesmo que ela estivesse noiva, mas por mais que Demi, Selly e eu tentássemos falar com Mi, ela não nos ouvia, dizia que ele era o homem perfeito para ela. - Se fosse comigo teria investigado.
- Nem todo mundo pensa igual. – Lembrei Demi.
- Joe, isso não é motivo de se afastar dos amigos.
- Claro que não, mas ela deve ter se focado mais no trabalho. Quando estamos tristes fazemos isso, mesmo sem perceber.
- Bem, eu vou indo antes que eu me atrase e sua esposa fique com mais raiva de mim.
- Ela não tem raiva de você, Demi. É só ciúme, mas eu tenho certeza que assim que ela te conhecer, ela vai deixar isso tudo de lado, pode ter certeza.
- Espero que Wil também faça isso.
- Está de carro hoje?
- Sim, por quê?
- Bem, porque eu estou sem carro. Ashley me pediu para ir ao supermercado e eu vim antes. Não queria pagar taxi, será que você pode me dar uma carona?
- Claro.
- Eu sei que moramos em lados opostos, mas sério. Quero ir para casa.
- Vai cedo também?
- Vou fazer um agrado a Ash e ajuda-la.
- Quisera que todos os homens fossem igual a você, Joe! Se eu não fosse comprometida e não amasse Wilmer, eu ficava com você, Joe. Eu casaria, teria filhos e morreria ao seu lado.
- Isso é uma declaração de amor?
- É... Te amo, Joe. – rimos.
- Pare, Demi. Eu sei que eu sou perfeito, mas... Menos.
- Que isso? Me lembre de nunca mais te elogiar!
Minha amizade com Demi era sempre assim. Éramos amigos de verdade, sempre contamos os segredos mais guardados um para o outro, às vezes a diferença de sexo atrapalhe um pouco, mas sempre esquecíamos e começávamos a contar. Acho até que eu sei tudo sobre a Demi.
No carro, Demi colocou música. Tocava “Nothin on you” do Bruno Mars, Demi acompanhava a canção. Ela tinha um brilho diferente no olhar, devem estar dizendo “Nosso como ele repara nela!”, mas Demi era tão previsível, pelo menos para mim.
Eu sei tudo que ela pensa, antes mesmo dela pensar. Às vezes só pelo olhar eu sei o que está acontecendo. Demi é uma irmã, ou até mais que isso.
- Por que está me olhando tanto?
- Nada, estou observando você cantar. Por que gosta dessa música?
- Por que Wilmer cantou o refrão para mim uma vez. Faz muito tempo, ele nem deve se lembrar, mas tem uma recordação especial... Pelo menos, para mim.
- É quase uma declaração de amor.
- Eu o amo.
              
Continua...

Meninas, não deixem de comentar... É sempre bom!
Divulgação:
Jemifics (varias fic’s curtas sobre Jemi, em um mesmo blog)

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Capítulo 6


Demi Lovato
Na joalheria...
 Joe estava bem confortável,  havíamos olhado e conhecido tantas joias que eu poderia sair vendendo se quisesse.
- Joe, se quiser podemos ir a outra loja. – A vendedora quase me matou com os olhos.
- Tem razão, Demi. Vamos naquela que você comentou no carro? – Pensei que eu fosse morrer só com o olhar daquela mulher.

Quando entramos no carro...
- Demi, a vendedora quer te matar.
- E ela tem razão fizemos bagunça e não levamos nada. Fora que ela deve ganhar por comissão. – rimos.
- Onde fica a loja mesmo?
- É perto... Na rua daquele supermercado que você gosta.
- Jura? Nunca notei uma joalheria lá.
- Homens!

Aquela joalheria era a melhor que existia, podem ter certeza. As joias daquela loja eram incríveis, eu nunca vi nada melhor que isso, só tinha um problema: o preço.
Bem, para Joe isso não era problema nenhum, ele tinha bastante dinheiro.
- Essa é linda, Joe. Veja! - Entreguei em sua mão.
- É o número de Ash.
- Qual é o número de Ash?
- Dezoito.
- O meu também...
- Então o anel que der no seu, dá no dela... Assim fica melhor. Coloque esse no seu dedo, Demi. – Primeiro guardei o anel que Wil havia me dado, já estava surrado e no meio daqueles anéis, perfeitos não valia nada. Eu coloquei o anel que Joe havia escolhido, confesso que me senti estranha fazendo isso, mas eu fiz.- Perfeito!
- Também achei, muito lindo.
- O que acha de comprar uma outra joia para Ash?
- Nossa, ela vai amar.
- Desde que entrei não consigo tirar os olhos daquela pulseira ali. – a vendedora muito educada a pegou. – Coloque em seu braço, Demi. Veja como fica.
A pulseira era linda, não disse nada, mas eu não havia parado de namorar aquela pulseira desde que entrei, era perfeita. Estava pensando em tirar o cheque da bolsa quando Joe disse aquilo.
- Nossa, Demi! Essa pulseira parece que foi feita para você. – Então, desista de comprar para eu ter a minha chance? – Vou leva-la também. – Grande amigo eu tenho! – Essa você embrulha para mim? – a vendedora educada sorriu para mim e para Joe. Desde a hora que entramos na loja, ela não parou de sorrir, deve ter parafusos a menos. – Não vai comprar nada, Demi?
- Não...
- Mesmo? – Joe perguntou mais uma vez.
- Os preços dessa loja não são acessíveis a uma mulher que mora sozinha... – disse baixo, de maneira que só Joe pudesse ouvir. Ele compreendeu.
- Verdade... Quer voltar na outra loja?
- Não, aquela mulher vai me matar se voltarmos com essas sacolas, e Joe.... Eu estou doida para ir embora. Não me leve a mal, mas meu noivo está me esperando em casa, sabia?
- Não me disse que ele estaria lá... Se soubesse teria escolhido mais rápido. – A moça entregou os pacotes, enquanto Joe assinava o cheque.
- Duvido! Enrolado do jeito que você é?! 
Saímos da loja e andávamos até chegar ao estacionamento do supermercado, onde Joe havia deixado o carro. Antes de chegar em frente o carro Joe parou na minha frente. Ele tinha um sorriso bobo no rosto, aquele sorriso traiçoeiro que só Joe sabia fazer.
- O que foi? – perguntei.
- Nada. – Joe continuava na minha frente e sorrindo, quando eu tentei andar ele andou também de ré.
- Se não tem nada, será que podemos ir para casa? Depois diz que você não é enrolão.
- Não, eu não sou enrolão. É que... Eu queria te entregar uma coisa.
- Me entregar? – perguntei confusa.
Joe tirou da bolsa o presente que ele ia dar para Ashley. – É seu!
- Como?
- Eu vi o jeito que olhava para essa pulseira, Dem. Jeitinho de... Eu quero! Eu te conheço há muito tempo. E como eu sabia que você não ia compra-la porque é muito econômica, pois você tem dinheiro.
- Está me chamando de mão de vaca?
- Sim, mas de um jeito delicado. – rimos.
- Obrigada, Joe... Mas, eu.... Eu não posso aceitar. É muito caro!
- Presente, a gente não recusa! – Joe me lembrou.
Ele abriu o embrulho que a vendedora havia feito e de um jeito muito carinhoso e delicado, ele colocou a pulseira no meu braço. Joe olhava para mim, de um jeito estranho, que ao mesmo tempo era confortável.
- Obrigada, Joe!
- Presente de amigo.
- Esse foi o melhor presente que eu já ganhei na vida inteira! - eu admirava a pulseira e acho que eu sorria feito boba.
-  Sabia que os seus olhos estão brilhando?
- Ah, Joe! Para!

No caminho de volta para casa, eu não parava de admirar aquela pulseira que era MINHA e agradecer ao Joe.
Joe estacionou na frente do meu prédio e desceu junto comigo.
- Obrigado, por ter me acompanhado , Demi.
- Que isso, Joe. Você não está em condições de agradecer nada, sabia?
- Então estamos quites?
- Isso, estamos quites! Boa noite! – eu o abracei, como sempre faço.
Entrei e depois, o carro do Joe sumiu do meu alcance de vista. Entrei no meu apartamento e estava tudo apagado, será que Wil não veio? Pensando nisso acendi a luz e levei um susto, pois Wilmer estava sentado no sofá.
- Que susto você me deu! – estava com a mão no peito.
- Esqueceu que eu vinha para cá?
- Claro que não, meu amor. – Sentei ao lado dele. – Pedi a Lívia que te avisasse que eu ia demorar um pouquinho. - Lívia é a secretária dele.
- Ela me avisou...
- Então por que está cara emburrada?
- Por que não é só isso.
- Diz, logo!
- Quem você trouxe para comer aqui?
- Joe.
- Com quem você estava até agora?
- Joe.
- Ótimo! - Wil disse irônico.
- O que é agora?
- Por acaso está gostando do seu chefe?
- Claro que não, Wil! De onde tirou uma coisa dessas? Sabe melhor do que ninguém, que Joe é meu amigo desde antes de eu te conhecer. Não venha com paranoias. – suspirei - Eu não acredito que disse isso!- Saí da sala.
Entrei no meu quarto, liguei a torneira da banheira, tirei minha roupa para tomar banho e entrei nela. Poucos minutos depois, Wilmer apareceu na porta do meu banheiro.
- Desculpe, eu estava louco de ciúme.
- Promete que não vai mais pensar assim?
- Prometo.
- Tá desculpado.
- Será que eu posso entrar com você?
- Claro.


Continua...
Hei, povão bonito! Eu sei que eu demorei para postar, mas se vocês não comentarem eu não vou postar mais. Tipo, vou desistir do blog... Estou quase fazendo isso... de verdade. Não é só para fazer pressão não.
Gosto muito de escrever, mas amo quando vocês comentam, cara!
Tem MUITO o que acontecer ainda, gente! COMENTEM!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Capítulo 5



Joe Jonas
No dia seguinte era quarta-feira, eu tinha que lembrar Demi que ela iria escolher o anel comigo e pedir para jantar conosco na sexta, torcendo para ela aceitar. Eu tenho quase certeza que sim, pois Demi sempre quis conhecer Ash.
Hoje eu me atrasei na hora de sair de casa. Ashley sempre me faz atrasar, eu nem me importo.
Quando cheguei disse a Divina, para chamar Demi para mim. Em poucos minutos, a pequena Demi estava na minha porta com a maior cara de assustada.
- Que cara é essa?
- Não me diga que teve outra ideia maluca?
- Não, quem teve ideia foi a Ash, mas não tem nada a ver com a empresa. Fique tranquila! – ela sorriu. - Sente-se precisamos conversar.
- Que ideia sua futura noiva teve?
- Bem, ontem estávamos conversando e falei de você. Depois de um ataque de ciúmes, Ashley pediu que eu chamasse você e o Wilmer para jantar conosco.
- Que bom, Joe! Finalmente vou conhece-la.
- Eu disse que já tínhamos combinado algumas vezes, mas algo sempre acontecia e esse encontro era desmarcado.
- E já marcaram a data?
- Pensei na sexta, o que acha?
- Na sexta-feira, eu vou viajar com Wil.
- Está brincando?
- Não, eu estou falando sério! O que acha na quinta? Ligue para Ashley e veja se pode mudar. Diga que eu levo a sobremesa.
- Tudo bem, eu ligo... Depois eu dou o retorno.
Demi voltou para a sala dela, e eu liguei para Ashley.
- Paixão, Demi não vai poder jantar conosco na sexta. Ela vai viajar com o noivo. O que acha do jantar ser amanhã?
- Pode ser, Joe.
- Ela vai levar a sobremesa.
- Tudo bem. Eu posso desligar agora? Eu estou ocupada.
- Beijos, Ash!

Depois disso trabalhei amanhã toda, eu e Demi, pois a pobrezinha me ajudava.
- Demi, não esquece que vai me ajudar a escolher o anel hoje, hein!
- Pode deixar, Joe. Eu não vou esquecer!
- Quer almoçar comigo?
- Não vai almoçar com Ashley?
- Não, ela ligou... Parece que o gás acabou e não deu tempo de fazer nada.
- Eu ia almoçar em casa. Deixei uma coisa semi-pronta. Vem comigo?
- Se não te incomodar...
- Claro que não, Joe.
- Podemos ir com o meu carro?
- É melhor eu ir com o meu e você vai no seu, assim eu deixo meu carro lá mesmo e na hora de ir buscar a joia iremos no seu carro, depois é só você me deixar em casa.- Demi deu a ideia mostrando praticidade.
- Combinado!

Durante a viagem, eu liguei o som no meu carro e nada de bom tocava lá...
Chegamos ao apartamento de Demi, ela abriu a porta e foi abrindo as janelas.
- Fique a vontade, Joe. Sei que não é nada se comparado à sua casa, mas sinta-se em casa.
- Seu apart é bem confortável, Demi. Antes do sucesso que eu fiz, eu tinha um apart assim e nunca quis sair de lá, mas meu pai e meu irmão me convenceram a comprar a casa.
- Vem comigo para cozinha. – Eu a segui. Demi fez um coque frouxo no cabelo e começou a pegar as coisas da geladeira e ligar o fogo, fazia tudo numa agilidade impressionante.
- Por que está correndo?
- Só tenho uma hora de almoço, chefe! – riu.
- Você está com o chefe hoje, Demi. Relaxa! – disse brincando. - Eu preciso mudar algumas regras da empresa.
- Concordo com você. – Demi riu.
- Me ajuda?
- Claro! O que acha de cinco horas de almoço?
- Melhor eu fazer isso sozinho. – rimos.
- Sério, Joe. Acho que uma hora é tolerável... Dá tempo se contarmos que a maioria dos funcionários almoça perto, poucos vão para casa igual a mim. Se você der mais tempo, vão abusar! É melhor deixar como está, eu só estava brincando... Sem contar que a culpa é minha. Eu devia ter deixado tudo pronto, mas eu fiquei com preguiça.
- Tudo bem, Demi. Você me convenceu!
Ajudei a Demi a terminar de preparar o almoço. Depois almoçamos. Aquela comida estava incrível, Demi é uma ótima cozinheira e não deixei de dizer isso.
- Demi, você cozinha muito bem!
- Joe, eu só esquentei isso. É tudo pré-cozido. – rimos.
Depois fomos embora juntos. Demi é minha amiga há muito tempo, mas eu nunca percebi como ela era bonita. Ela tinha os olhos incríveis, o sorriso mais adorável que eu já vi.

Às seis horas havia chegado e era hora de escolher o anel para Ash.
- Está pronto?
- Claro! – desliguei o computador e fomos. Demi tinha um sorriso sapeca nos lábios.

- Porque está feliz desse jeito? Parece até que você que vai ficar noiva.
- Estou feliz porque minha vida está as mil maravilhas.
- Então se acertou com o noivo!
- Sim, e eu não me deixei levar dessa vez.
- Que bom, Demi. Vocês tem que marcar a data do casamento, sabia?
-  Sei disso, Joe. Só que não depende só de mim, ele precisa querer também. Ele parece que tem medo de casar... Eu não sei muito bem como ele pensa, mas todas as vezes que falo de casamento, ele foge como um rato.
- Ele deve ter medo mesmo, Demi. Se você quiser, no jantar amanhã eu converso com ele. O que acha?
- Mesmo? – Os olhinhos de Demi brilhavam. E então, tive certeza que Demi é loucamente apaixonada por ele, e ele é um homem de sorte por tê-la.
- Claro! Lembra na faculdade?
- Eu que sempre fazia isso por você.
- Verdade, você dizia para as meninas que eu gostava delas, e eu ficava com elas.
- E no final sempre as magoava.
- Não era por mal, eu só não queria mais ficar com elas, ué.

Na joalheria...

Continua...


Meninas, desculpem o capítulo foi incompleto faltou um pedacinho importante.
Tenho uma informação:
·         Nos próximos capítulos mais personagens irão aparecer e talvez isso seja bom para Joe e Demi.

Comentem para o próximo, ok? Espero com paciência.