domingo, 25 de novembro de 2012

Capítulo 17:


Demi Lovato

Na quarta-feira, Joe e eu fomos juntos para a imobiliária, mas Joe tinha uma reunião muito importante nessa tarde.
Olha, eu posso dizer que ele está melhor que domingo, mas não totalmente curado. Ele não fala nela e também não gosta que eu fale nela. Ontem queimamos todas as coisas que eram dela e que ainda estava na casa dele.
Wilmer Valderrama não me procurou ontem e acho que nem vai mais me procurar. Acho que isso quer dizer o fim.
- Demi? – Joe me chamou. Estávamos conversando sobre algumas mudanças e eu estava com o pensamento em outro lugar.
- Desculpe, Joe... Eu...
- Estava pensando no Wilmer, né?
- É, desculpe, eu... Não consigo, é inevitável.
- Por que não procura ele?
- Quem quis “pensar” foi ele, agora ele que me procure.
- Mas é você quem precisa da resposta.
- Dá para eu viver sem ela. - alguém bateu na porta.
- Entre. – era a Val, minha secretária
- Demi, o senhor Valderrama quer falar com a senhora no telefone. – Eu levantei correndo.
- Demi, vai dar uma de desesperada? – Joe perguntou.
- Não. – eu sentei de novo. - Val, diga que...
- Que Demi está em uma reunião importante e... Não pode atender agora, peça que ligue daqui a uma hora. – Uma hora? Joe só podia estar louco.
- Tudo bem. – Val disse e saiu.
- Uma hora, Joe?
- Em meia ele vai retornar. Podemos continuar?
- Vamos tentar.
Pelo menos eu ainda conseguia raciocinar e, como Joe disse, em meia hora Wilmer estava ligando de novo. Dessa vez ele me deixou atender.
- Oi. – disse como se não soubesse quem era.
- Docinho, é... Wilmer.
- Oi, Wilmer. Espero que seja importante, eu interrompi uma reunião e eu preciso voltar, então seja breve.
- Precisamos conversar.
- Então já pensou?
- Me desculpe pelo...
- Wilmer, é melhor nos encontrarmos e conversarmos pessoalmente.
- Concordo com você. Na sua casa, hoje à noite?
- Não, no restaurante perto da casa do Joe.
- Tudo bem, até. – deliguei o telefone sem me despedir.
- Joe, o que acha?
- Quer a verdade? – eu assenti - Bem, ele pode marcar um encontro para dizer que não quer mais ou para aceitar.
 Agora eu fiquei mais tensa do que já estava, Joe precisava ir para a reunião dele e eu ficarei só.
- Tem certeza que pode ficar?
- Joe, eu tenho. Pode ir.

Mais ou menos, meia hora depois que Joe saiu eu estava no meu escritório com a cabeça longe, quando Divina - secretária de Joe - entrou no meu escritório.
- Demi, desculpe entrar assim, mas você não sabe o que está acontecendo!?
- O que, mulher? Diga!
- Ashley está aqui, acompanhada de uma amiga e elas querem que Joe as atenda.
- Graças a Deus, Joe não está aqui. Deixa comigo, tem tempo que eu pretendia falar umas coisinhas para Ashley.
Fui com Divina até onde elas estavam, as duas conversavam como se fossem madames e cheias da grana, eu nem me importei com isso.
- Ashley, como se atreve a aparecer aqui depo...- ela me interrompeu.
- Demi, querida, essa é minha amiga Geovana. Ge, essa é Demi ela é melhor amiga de Joe. – eu estava perdida, essa mulher deve ser louca, no sentido concreto. – Demi, ela veio aqui, pois está precisando de uma casa nova e como eu conheço essa imobiliária há muito tempo, eu a trouxe aqui. Pena que Joe não esteja para atendê-la. – Que falsa!
- Pena mesmo, não é Ashley, querida? Como já sabem Joe não está aqui, ele não deve voltar ainda hoje. – menti. - É uma reunião muito importante e é fora da cidade.
- Será que você não poderia me atender? – A tal Geovana, pediu. – Eu preciso muito dessa casa nova, eu e meu marido estávamos com problemas, mas agora que estamos juntos de novo, precisamos de uma casa nova, não acha?
- Claro, mas eu não posso atender vocês.
- Por favor, Demi. – A falsa da Ashley pediu. - Sei que sabe muito bem, Joe me disse muitas vezes.
- Não faça desfeita. – Geovana, implorou e eu aceitei. Joe me mataria por aceitar, mas não consegui dizer não. Ela era muito convincente!
Entramos na minha sala, Geovana parecia muito contente, ela era uma madame mesmo. Agora a minha vontade de matar a Ashley era maior.
- Geovana, amiga, eu tenho que ir agora, mas sei que está em ótimas mãos. – Ashley saiu, fazendo caras e bocas para mim. Ah, se eu pego essa cobra!
- Seu nome é Demi mesmo, ou é apelido?
- É um apelido, meus amigos e conhecidos, me chamam de Demi, mas meu nome é Demetria Lovato. – Geovana riu.
- Desculpe, esse nome é diferente.
- Era o nome da minha Bisavó. Como é mesmo seu sobrenome?
- Oh, desculpe, eu não disse. Sou Geovana Cassia Valderrama.
- Valderrama? – perguntei, poucas pessoas tinham esse nome. Era um nome bem diferente naquela região.
- Isso. Meu marido que tem esse nome, ele é dono de uma empresa de doces muito famosa aqui na cidade. – Talvez, eu não quisesse ligar os fatos, mas eu sabia que ela estava falando do meu Valderrama.
- Sra. Valderrama, - pensei uma vez ser chama assim.- Aqui nesse site você pode ver algumas imagens de casas que estão a venda, esse site é nosso, aquelas que você gostar a gente pode visitar, só teremos que agendar, pois só Joe dá esse tipo de autorização.
- Oh, sim! Não me importo.
- Então, sra. Valderrama há quanto tempo está casada? – Não era do meu feitio fazer perguntas pessoais, principalmente para clientes da empresa, mas era uma coisa que eu tinha que saber, como se fizesse parte de mim.
- Há mais ou menos nove anos. Wilmer e eu tivemos alguns problemas, mas agora estamos mais firmes ainda. – Agora não tinha dúvidas, ela estava falando do meu Wilmer, que sempre foi dela.
Wilmer Valderrama, dono de uma empresa de doces era casado e eu não sabia. Ele estava comigo há mais tempo, mas resolveu casar-se com ela, porque amava a ela, e não a mim. Eu era apenas uma diversão do final do dia. Alguém que o fazia esquecer os problemas e como esses problemas já tinham terminado, ele não precisava mais de mim. Era isso que ele iria me dizer no telefone e eu interrompi, era isso que ele quer me falar hoje.
Uma vontade de chorar me tomou por completo, mas eu tive que segurar e a ouvi-la dizer sobre seu marido perfeito, sua família perfeita e sua felicidade completa.
Tudo encaixava e eu ficava cada vez mais desesperada, como ele tinha coragem de fazer isso durante tanto tempo? Como ele pode me enganar dessa maneira sem que eu percebesse? Como eu pude ser tão ingênua e não me dar conta que Wilmer era um fingido?

Continua...

Tudo foi descoberto por Joe e Demi, mas as descobertas não acabam por aqui. Joe e Demi ainda têm muitas aventuras pela frente. Comente para descobrir!

Meninas, desculpe a demora! Aí está o capítulo super empolgante! Espero que gostem!
Obrigada pelos comentários!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Capítulo 16:


Joe Jonas

Condenei-me  por dizer aquilo à Demi. Agora ela vai ficar colocando caraminholas na cabeça. Eu não devia ter dito.
Estávamos na sala assistindo televisão e eu não queria ir para o meu quarto, toda vez que eu entrava lá, eu me lembrava da cena lastimável que aconteceu, foi tudo lá. Até o perfume dela ficava no quarto me trazendo a lembrança novamente.
Eu poderia até dormir no quarto de hóspedes, mas Demi já estava lá, eu não ia tira-la só para o meu conforto.
- Demi, por acaso já se acomodou no quarto de hóspedes?
- Sim, por quê? – ela sorriu quando me fez essa pergunta.
- Bem, eu não quero entrar naquele quarto de novo, Demi. Eu não consigo. Toda a vez que eu entro eu me lembro daquilo e meu coração se aperta.
 - Vem cá! – Demi pegou em minhas mãos e subimos as escadas até a porta do meu quarto. – Feche os olhos.
Mesmo perdido no que ela queria, eu fechei. Não sabia o que estava por vir. Ouvi o barulho da porta sendo aberta, demos alguns passos e Demi me mandou abrir os olhos. Eu estava com medo do que eu podia ver, mas eu abri devagar.
- Uau! – foi o que eu consegui dizer. - Demi, o que fez aqui? Está tudo tão diferente!
Demi tinha mudado os móveis de lugar, trocado todos os enfeites do quarto, de alguma forma ele parecia vazio, mas eu não tinha a lembrança ruim.
- O que achou? – Ela estava sorridente.
Era engraçado como Demi sabia o que fazer, mas que mulher perfeita.
- Obrigado, Demi! Acho que eu não mereço uma amiga igual a você, sabia? Você é perfeita!
- Perfeita eu não sou. E aí? Acha que consegue dormir aqui, agora?
- Acho que sim, mas por via das dúvidas. Prefiro vir quando tiver com sono.
- Como quiser. – Ela sorria. Estava satisfeita com o resultado.
- Fez tudo isso sozinha? – perguntei me referindo aos móveis que foram arrastados e ainda me pergunto como não ouvi.
- Queria fazer uma surpresa para você, Joe.
- Você é perfeita mesmo.
- Pare de dizer que eu sou perfeita. – Ela disse com o rosto vermelho r os olhos brilhando, eu a abracei.
- Obrigado, Demi. Eu te amo, sabia?
- Se me abraçar desse jeito de novo, eu caso com você. – disse brincalhona.
- Até que não é má ideia. O que acha, hein? Depois que Wilmer te der um pé no traseiro você pode me procurar, tá?
- Pode deixar, Joe. Você me conforta tanto com essa proposta! – ela foi irônica e eu nem lembrava que o tal noivo não tinha dado a resposta a ela ainda.
- Não se preocupe, “docinho”. – imitei Wilmer e Demi  gargalhou.
Era tão bom estar com ela, eu ficava bem.
- Imitação perfeita, Joe. Agora fiquei dividida entre você e ele.
- Se eu fosse você ficava comigo, eu me caso amanhã se quiser.
- Falando em amanhã, você precisa ir para imobiliária amanhã, tá?
- Tudo bem, eu vou. Trabalhar faz bem para mim.

Assistimos um pouco de televisão, quando era quase uma da manhã, estávamos assistindo um filme meio sem graça e percebi que Demi não conseguia ficar acordada, ela estava cochilando o tempo todo. Devia estar muito cansada. Não é para menos, a aluguei o dia inteiro.
- Vamos dormir, Demi? – perguntei.
- Vamos. – ela levantou, eu desliguei a tevê enquanto ela foi ver se as portas e janelas estavam fechadas e logo me lembrei de que era Ashley quem fazia isso.
Subimos as escadas e no corredor do segundo andar, ela me deu um beijo de boa noite e entrou no quarto de hóspedes.
Entrei no meu quarto, quase recém-reformado, e aquela lembrança não invadiu minha mente como da outra vez. Arrumei a cama, apaguei o abajur e deitei.
Depois de uns vinte minutos virando e revirando na cama, fiquei pensando nas inúmeras vezes que Ashley conseguia me fazer dormir, ela passava a mão nos meus cabelos e eu dormia.
Eu tinha ódio dela, mas ela sempre estava na minha cabeça, o que me fazia ter mais raiva. Ela torturou a minha mente até as duas da manhã, foi quando eu levantei.
Eu queria mesmo era encher a cara para ver se ela saía da minha cabeça, mas quando cheguei à cozinha não tinha nenhuma bebida, Demi jogou tudo fora. Bebi água e eu não queria subir, eu não tinha sono. Acho até que eu não queria sonhar. Se ela já estava na minha cabeça, imagina nos sonhos?! Bem, infelizmente eu tinha que subir e tentar dormir, amanhã eu tinha que trabalhar.
Quando deitei na minha cama de novo tive a ideia de pegar um livro. Há muito tempo eu não lia e, veio a calhar agora. Incrível como eu não conseguia tira-la da minha cabeça, cansei de tentar ler o livro.
A única coisa, ou melhor, pessoa que me fazia esquecer Ashley era Demi.
Andei bem devagarinho até o quarto que ela estava, abri a porta bem devagar com medo de fazer barulho, me deitei ao seu lado, com muito cuidado para ela não acordar, envolvi meus braços na sua cintura, ela se mexeu pegou-os de uma maneira que eu pudesse abraça-la mais. Pense que ela devia ter sonhado com Wilmer ou coisa assim, mas...
- Não consegue esquecê-la, não é?
- É – sussurrei.
Demi se virou para mim, e me abraçou levando suas mãos para o meu cabelo, mas como ela sabia? Eu nunca contei que só assim eu conseguia dormir. Ela me deu um beijo na bochecha, mas como estava escuro, pegou perto dos meus lábios. Ela estava sonolenta de mais para se dar conta do que estava fazendo e eu também não ia contar. Essa proximidade já era muito grande, afinal éramos só melhores amigos.

Acordamos juntos com aquele relógio barulhento daquele quarto, na manhã de terça-feira.
- Se você não comprar outro relógio, eu juro que nunca mais eu durmo aqui. - Demi disse de maneira divertida.
- Eu prometo comprar, mas você tem que me prometer que vai dormir aqui essa noite.
- Prometo, Joe.
Eu estava ficando dependente da Demi.

Continua...

Oi meninas, desculpem por demorar!
Obrigada pelos comentários!
Hei, não esqueçam de comentar, eu quero postar mais capítulos para vocês, ok?


sábado, 10 de novembro de 2012

Capítulo 13, Capítulo 14 e Capítulo 15:


Demi Lovato
No dia seguinte, domingo...

Eu tinha até me esquecido de ligar para Joe, ele ia me matar. Nem sei porque lembrei dele nesse momento, mas lembrei. Como será que foi o pedido de casamento dele na sexta-feira? Liguei para ele, mas ele não me atendeu...
- Que foi, Demi?
- Joe não me atende!
- Ah, esquece o Joe, docinho. Temos tanto o que fazer hoje.
- Eu sinto que eu preciso falar com ele.
- Docinho, ele deve estar com noiva dele agora dormindo e você aí se preocupando à toa.
- Vou tentar só mais uma vez, ok?
- Então tenta mais tarde, pode ser? Agora, eu quero te levar num lugar maravilhoso que eu fiquei sabendo que tem e não é longe daqui, deve ser uma hora de distância só.
- Tudo bem, pode indo pegar o carro que eu vou ao banheiro.
- Ótimo. – Wil me deu um selinho e saiu do quarto de hotel. Tentei ligar para Joe mais uma vez e não consegui e quando achei que ele tinha atendido, foi a secretária.
- Olá, aqui é Joseph, provavelmente não estou em casa ou eu e Ash não queremos atender agora. Sabe como é, né? Deixe sua mensagem após o sinal, se for importante eu retorno. - ouvi um sinal.
- Joe, eu preciso falar com você. Eu sei que deve estar ocupado agora, mas assim que puder você me liga? Estou preocupada com você e... Me desculpa não ter te ligado. Te amo, beijos! Já sinto a sua falta. – fiz a voz mais chorosa que poderia para que ele pudesse me ligar.
Depois desci para o saguão do hotel.
- Nossa demorou, sabia?
- Desculpa, eu aproveitei para passar um batonzinho...
- Que batom?
- Eu não achei e para você não ficar me esperando, eu desci.

Wilmer me mostrou o lugar que ele queria e ele era lindo. Como ele mesmo havia dito, não era longe. Só que minha mente ficava em Joe o tempo todo, será que estava tudo bem com ele?
- Aqui é lindo! – Wilmer disse.
- Realmente, é perfeito!
- Docinho, você e essa cabecinha longe! Será que pode esquecer toda a nossa briga de sexta-feira e se focar na viagem? Eu sei que é um pouco difícil esquecer, mas tente não lembrar. Eu sei que sempre quis estar aqui, mas... Não estraga pensando nisso.
- Eu não estava pensando nisso. Estava pensando em Joe.
- Em Joe?
- É, estou preocupada com ele. Ele sempre atende ao telefone.
- Já disse para esquece-lo!
Ignorei meu noivo insensível e observei a cena. Era um lugar bem romântico, se ele se importasse comigo estaria me abraçando e dizendo com calma que tudo que eu estava pensando era uma bobeira, que logo Joe iria me ligar, iria me beijar, dizer que me ama, mas... Ele não fez nada disso. Isso me fez pensar que eu tinha certeza: Wilmer tinha outra e estava prestes a me largar.  Eu tinha que ser forte!

Voltamos para o hotel, já eram quatro da tarde.
- Demi, eu vou tomar banho, ok? Tente ligar para Joe e vai ver que era bobeira sua. – Wilmer disse de uma maneira irônica e prepotente que eu não gostei nem um pouquinho, mas eu o fiz. Liguei para Joe. Afinal, meus pressentimentos não eram bons.
- Alô. - finalmente Joe atendeu  o telefone, tinha a voz grossa.  Sabia que algo tinha acontecido!
- Joe, o que houve? – fui bem direta.
- Eu me... Estou me sentindo um lixo.
- Joe, me explique, por favor.
- Terminei com Ashley, Demi. – ele parou um pouco. Para mim, estava tentando controlar o choro. - Ela me traiu, ela me traia!
- Como... Como você descobriu?
- Eu a vi com outro na nossa casa ,Demi.
- Que vaca! - sussurrei.- Joe, fique calmo. Fique tranquilo, Joe... Eu... - antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, Joe desligou o telefone. Conhecendo-o bem, ele estava chorando e para eu não perceber, ele desligou.
Tinha medo que ele fizesse algo que comprometesse a saúde dele ou até se matar.
- Wilmer, precisamos ir!
- Ir para onde? Embora? Por quê?
- Joe precisa da minha ajuda e eu não posso ficar aqui de braços cruzados.
- Eu não vou cancelar a NOSSA viagem, só porque o SEU melhor amigo esta precisando de VOCÊ. – Wilmer estava visivelmente nervoso.
- Ótimo, eu vou sozinha!
- Não.
- Acha que é quem?
- O seu noivo.
- É mesmo meu noivo? Ou é apenas meu namorado? – disse me lembrando de todas as vezes que ele só dizia que eu era sua namorada. – Eu não tenho tempo para discutir agora, eu vou voltar.
- A cada dia você fica mais parecida com a Ge...
- Com quem?
- Com ninguém, DEMETRIA! – Wilmer disse furioso, começou a arrumar suas coisas também.
- Não quero que vá!
- Mas eu vou! – Terminamos de arrumar tudo em silêncio. Wilmer sabia que eu não mudaria nada.
Depois de tomar um banho rápido, me arrumei e fomos para o aeroporto. Wilmer conseguiu, por um milagre talvez, passagens de última hora. Durante o voo ficamos em silêncio, na verdade eu fiquei em silêncio. Wilmer havia gritado comigo e, eu ODEIO que gritem comigo, ele vai precisar de muito para me pedir desculpas. Dessa vez flores e sexo não vão mudar isso.
- Me deixe na casa de Joe. – disse a Wilmer assim que entramos em casa.
- Não. Vamos para casa, precisamos conversar.
- Não precisamos conversar, eu não quero conversar. Só quero ir à casa de Joe.
- Não vou te levar para lá.
- Então, saia do carro!
- O quê?
- Este carro é meu. Saia do carro, eu tenho pressa. – Já eram dez da noite e Joe estava sofrendo há muito tempo sozinho, ele precisa de mim.
- Você só pode estar brincando!
- Não estou, eu estou falando sério.
- Tudo bem, Demi! Vamos fazer assim: me deixe na sua casa para que eu possa pegar o meu carro e depois faça o que quiser com o seu carro.
Eu sei que estava sendo totalmente infantil com esse negocio de “meu” e “seu”, mas eu tinha que tentar impor alguma coisa.
Capítulo 14:
Joe Jonas
  O domingo inteiro e eu estava no mesmo lugar bebendo desde ontem. Depois da garrafa de vinho, busquei outras. Só não me pergunte quais, pois eu não conhecia nem a metade.
Dormi na sala mesmo e nem havia tomado banho ainda... Eu queria que aquela dor acabasse e que tudo só fizesse parte de um pesadelo.
A campainha tocou e eu nem me importei, pode ser o entregador, ou... Algum vizinho chato. Por fim a campainha parou de tocar, foi quando eu vi o reflexo da Demi na janela.
Eu devia estar muito bêbado, pois Demi estava numa viagem com o panaca do noivo. Levantei com muito dificuldade, abri a porta e me sentei de novo e... Não vi, ou não me lembro de muita coisa. Posso descrever algumas coisas, como água – muito - gelada caindo sobre mim e uma cama macia mais nada.

No dia seguinte, uma forte dor de cabeça começou assim que eu abri os meus olhos. Só sei que Demi estava na minha frente, com uma caneca na mão.
- Vou fechar a janela para você. Deve estar com dor de cabeça, não é?
- É. - foi só o que eu disse. Demi fechou as janelas e, de alguma forma eu conseguia abrir os olhos.
- Não devia beber desse jeito. – me entregou o copo com algo fervendo e amargo.
- O que tem aqui?
- Um café bem forte para levantar os ânimos e tentar voltar o seu sangue ao normal.
- Não lembro de você entrando...
- Dê graças a Deus que eu vim, tá? Você teria morrido de coma alcoólico. - Demi riu.- Brincadeira. Eu cheguei ontem à noite e você abriu a porta para mim. Estava completamente bêbado, não me espanto que não se lembre de muita coisa. Ah, espero que não tenha gastado muito dinheiro com aquelas bebidas porque eu joguei fora as que você não tomou.
- Era a única coisa que me confortava.
- Agora eu estou aqui e não precisa de bebida nenhuma. E por falar nisso, não me disse o que aconteceu.
- Ashley me traia desde quando começamos o namoro, ela e o amante só queriam o meu dinheiro. Sábado eu tive uma emergência e fui trabalhar e quando cheguei a vi com ele nessa cama. – disse me levantando, quando percebi que estava no mesmo local que eles.
- Joe, vá tomar um banho. Daqui a pouco a comida vai chegar.
- Comida?
- Já está na hora de almoçar.
Durante o almoço contei tudo a Demi ela estava um pouco triste com o que aconteceu, mas ela parecia estar triste com mais alguma coisa.
- ... E foi isso.
- Joe, acho que agiu certo em jogar as coisas dela. Pelo menos isso explica uma blusa na sua entrada. Será que tem mais coisas dela por aí?
- Não sei, Demi. Esqueci completamente da imobiliária.
- Você não vai trabalhar hoje. Liguei para Divina e disse que estava doente e que eu ia ficar para resolvermos assuntos daqui mesmo, mas se não tiver em condições a gente nem precisa falar na imobiliária.
- É melhor trabalharmos.
- Assim que se fala, Joe!

Passamos o resto da tarde discutindo e analisando tabelas. Demi sabia, quer dizer, ela sempre sabe o que é bom e melhor para mim. Ela mesma não tinha cabeça para analisar nada daquilo, mesmo assim ela tentou.
Fechei o notebook que ela tinha em mãos. – O que houve?
- Nada.
- Você não me engana.
- Eu sei... Cansei de tentar, né? Wilmer e eu brigamos.
- E...
- E que eu não sei mais se devo continuar. Vou dizer a ele que ou nos casamos, ou fim... De tudo.
- Concordo com você. – Eu não sabia se o que Ashley disse era verdade, pois eram só as palavras dela, mas com isso Demi saberia a verdade.- Se o amor é o que une vocês, se não há mentiras ficarão feliz juntos.
- É aí que mora o problema. Wilmer tem algum tipo de segredo, que não pode me contar disse que iria me contar na hora certa e que iríamos nos casar.
- Insista no casamento e deixe bem claro sua posição. Casamento ou nada. É o mesmo do que a Verdade ou o Fim.

Eram quase cinco da tarde...
- Joe, eu preciso ir!
- Demi, será que pode ficar? Não quero ficar aqui sozinho, essa casa me lembra dela e... Com você aqui eu esqueço de tudo.
- Tudo bem, então. Bem, vou passar em casa e pegar algumas coisas, pode ser?
- Claro! Posso ir com você?
- Pode.

Quando entramos no carro da Demi, eu vi uma mala lá. Logo lembrei da viagem, que eu com certeza estraguei.
- Desculpe ter estragado sua viagem.
- Íamos embora ontem mesmo, só adiantamos um pouco, Joe. Não se preocupe. Sem contar que nessa viagem, Wilmer e eu brigamos mais que tudo. Não foi uma viagem boa, sabe?

Chegamos em frente ao prédio da Demi.
- Te espero aqui, não demora, tá? – disse a ela.
- Tudo bem.
Saí do carro para respirar um pouco, mas não saí de perto do carro. Quando olhei para cima, a luz do apartamento de Demi estava acesa e Demi tinha acabado de subir. Será que ela esqueceu acesa esse tempo todo?
Ignorei esse episódio e passei a observar a rua.
 Capítulo 15:
Demi Lovato

Quando cheguei ao meu andar, vi a luz acesa por debaixo da minha porta. Será que eu esqueci acesa ou alguém entrou? Logo me lembrei de Wilmer, ele tinha vindo aqui ontem à noite.
Abri a porta e escutei um barulho de vidro se quebrando, levei um susto, mas Wilmer saiu da cozinha esbravejando.
- O que faz aqui? – perguntei.
- Demetria, eu liguei para você um milhão de vezes e você não me atendeu. - ele estava bravo.- Liguei no seu trabalho e aquela mala da sua secretária me disse que não tinha ido trabalhar.
- Wilmer, que bom que você está aqui. Precisamos conversar.
- Agora quer terminar? Por acaso está arrependida de ter transado com Joseph?
- Ah, eu não transei com ninguém!
- Pare de mentir.
- Pare você de inventar coisas, Wilmer. Não aguento mais! Não quero terminar.
- Então, o que é?
- Vou ser bem clara: ou marcamos a data do casamento, ou o fim é agora.
- O quê?
- É isso mesmo que você ouviu! Olha, eu não sei como se sente em relação a tudo isso, mas o tempo está passando e... Eu quero ter uma família, quero ter filhos e leva-los a escola, ter um marido para quando eu chegar em casa poder me chamar de meu amor, entende? Essa vida de namorada, eu não quero mais. Wilmer.
- Demi, você não pode... Demi!
- É isso e ponto.
- Tudo bem, me dê um tempo para pensar.
- Pensar em que?
- Demi, não é uma coisa simples. Precisamos...
- Com licença.

Fui para o meu quarto arrumei minhas coisas para dormir na casa de Joseph.
 - Onde vai com isso?
- Não interessa! Você não queria pensar? Então pense. – saí de lá furiosa.

Quando desci, Joe me olhou curiosa.
- O que houve? – perguntou.
- Wilmer estava lá e eu disse a ele o que queria. – entrei no carro, logo depois Joe entrou também.
- E ele?
- Disse que ia pensar.
- Pensar?
- Eu sei, Joe. Já estou dando isso como o fim. Foram dez anos da minha vida jogados fora.
- Tente pensar nas coisas boas, Demi.
Realmente Wilmer e eu tivemos muitos momentos bons, mas queria passar muitos desses momentos juntos, como uma família de verdade. Queria poder ter outros momentos com ele, como um filho, por exemplo.
Pensar em tudo isso me deixava muito triste.

Depois que chegamos na casa do Joe, eu fui tomar banho e como costumam dizer por aí: é lá que temos as melhores ideias. Eu tinha que ocupar a minha cabeça com alguma coisa. Quando terminei coloquei meu plano em prática sem Joe saber.

Na hora do jantar, Joe me revelou uma coisa.
- Ashley disse que nunca cozinhou, detesta cozinhar e comprava sempre as comidas.
- Jura? Me diz, então, o que ela tinha de bom?
- Nada, Demi. Ela me enganou esse tempo todo. Eu fui um completo idiota mesmo. Fiz tantas coisas para ela. Demi, eu ia pedi-la em casamento no sábado e quando cheguei ela estava com outro. Sabe, eu... Acho que eu não merecia isso.
- Claro que não, Joe.
- Eu tinha tantos planos para nós. Já estava planejando onde seria nossa lua-de-mel e até o nome dos nossos filhos eu já tinha em mente. Tudo nela era mentira e agora fico me perguntando se o nome dela era Ashley  mesmo.
Foi a primeira vez que Joe se abriu para mim sem chorar. Ele estava contando tudo, em seus olhos eu podia ver a tristeza e mágoa, mas ele parecia bem. Falava dela com ódio e ao mesmo tempo pena, só não sei é dela ou dele.
- Joe, eu acho que você não foi idiota, pode até se sentir com um agora, mas qualquer um teria caído nessa armadilha. Porque foi isso que ela fez, ela fez uma armadilha muito boa, Joe.
- Demi, posso te pedir uma coisa?
- Se eu puder fazer, eu faço.
- Quando Wilmer te disser se aceita ou não o casamento, e se a resposta for não, peço que investigue por que?
- Por que está me pedindo isso, Joe? Por acaso, você sabe de alguma coisa?
- Não, quer dizer sim, mas ... Eu não sei se é verdade, Demi. Eu não quero que saiba por mim. É uma coisa muito grave, mas eu não quero contar, pois não tenho provas.
- Joe, se é grave você tem que me contar.
- Se Wilmer aceitar, isso é mentira e eu não vou contar e se ele não aceitar, vocês vão separar mesmo e eu te conto, mas me prometa que não vai fazer nenhuma besteira?
- Prometo.
Eu fiquei com medo. Bem, pelo jeito como o Joe disse, alguma coisa me aguardava e eu não estava preparada. Várias coisas passaram pela minha cabeça, o que já imaginava e até o que nem passava pela minha cabeça.

 Continua...


Como o prometido, está aqui os três capítulos!
Girls, obrigada pelos oito comentários, eu amei cada um e perdoou os palavrões escritos, uma vez que eles foram com um destino que eu amei (para Ashley ksksk) Continuem comentando que eu tenho certeza que vão amar cada dia mais!
Bom, minha editora mandou que eu postasse até o vinte, então... eu prometo fazer isso o mais rápido que pudermos se vocês comentarem, como uma troca, sabe? Eu posto e escrevo e vocês comentam. Certo?
O que posso dizer para atiçar a curiosidade de vocês?
Bom, muita coisa ruim vai acontecer e isso vai fazer uma coisa boa surgir. Quem souber o que é comenta, menos a amiga.
Beijos....s2


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Capítulo 12:


Joe Jonas

Bem, deixei para fazer o pedido de casamento hoje, sábado, já que ontem estava sem cabeça para isso. Saber que o Valderrama enganava Demi daquela maneira mexeu tanto comigo que nem lembrei de pedir Ashley em casamento. Ainda não consigo acreditar na cara de pau daquele cretino de ter feito isso com Demi, quer dizer, de estar fazendo isso com ela.
- Bom dia, Joe!
- Boa dia, Ash.
- O que está acontecendo com você? Desde o jantar você tem estado tão estranho comigo. Olha se for pelo que eu falei da Demi, não se preocupe. Depois do que eu soube, acho que agora tenho pena dela, sabe?
- Ashley, fique despreocupada, tá? Não tem nada a ver com Demi. Agora tem um pouco a ver com ela, mas como você disse, também estou com pena dela. Ela não merecia isso, sabe?
- Joe, eu vou te ajudar, você vai ver! – o telefone tocou. - Alô! – esperou pessoa dizer algo. – Ele está sim, espere um minuto.- tampou com a mão.- Joe é para você.- Joe levantou para atender.
- Joe Jonas – esperou a pessoa dizer.- Sei... Entendo... Mas a Senhora tem urgência? Então, eu posso te atender às duas, pode ser? Oh, sim. Combinado então. Ok. Tchau! – Desligou o telefone. – Por que isso só acontece quando a Demi não está?
- O que houve?
- Uma senhora precisa com urgência de uma casa. Sabe, eu acho que é da fiscalização.
- Tem certeza?
- Tenho... Afinal, para uma cliente ligar para cá, só pode ser da fiscalização.
- Então você vai às duas?
- Sim, mas acho que eu vou demorar muito, Ash... Lá pelas nove da noite, eu devo chegar.

Bem, tomamos o café da manhã em silêncio. Pode parecer estranho, mas eu ainda estava pensando em Demi. O fato de saber que ela está com ele neste momento me dava náuseas! Ela ainda o perdoou. Como ele pode fazer isso com ela?
As horas foram passando e eu tive que ir a imobiliária. Quando cheguei, tive que abrir tudo...
- Joe Jonas? – alguém me chamou.
- A Senhora deve ser Taylor?
- Sim, sou eu sim, mas me chame de senhorita. Desculpe te tirar de casa, mas eu preciso muito! Pretendo me mudar em breve e quanto mais cedo melhor.
- Entendo. Pelo que me disse no telefone, acho que tenho a casa perfeita para você. Vamos fazer assim, eu te mostro as fotos e se você gostar podemos fazer uma visita, o que acha?
- Ótima ideia.
Mostrei todas as fotos e como já desconfiava, ela amou a casa, mas queria saber quais eram as casas concorrentes. Bem, ela acabou gostando de cinco casas passei a tarde mostrando todas as casas para em fim, ela escolher ficar com a primeira casa.
Voltamos para o prédio da imobiliária para ela poder assinar alguns termos antes de ficar com a casa, mas ainda tinha outras burocracias que só podiam ser resolvidas na segunda-feira.
Eram quase sete horas quando ela foi embora, e antes de ir para casa eu passei no supermercado, comprei vinho e alguns aperitivos, afinal quando chegasse em casa pediria Ashley em casamento. Queria que fosse tudo perfeito. Ashley merecia isso!
Cheguei em casa e tudo parecia bem, pelo menos até agora. Entrei e senti um clima diferente, sabe um frio. Algo me dizia para não entrar, mas eu estava sendo teimoso e entrei. Deixei as sacolas na cozinha em silêncio, não queria, pelo menos não agora, que Ashley soubesse que eu tinha chegado. Conheço-a muito bem, nesse instante  ela deve estar no quarto tirando um cochilo. Subi as escadas e quando abri a porta do nosso quarto, eu fiquei sem ação.
Estava tudo escuro, mas eu via perfeitamente a imagem de Ashley deitada na cama ao lado de alguém. Eu não enxergava quem era, mas eu sabia que tinha mais alguém ali.
Acho que a luz que vinha contra a porta acabou acordando Ashley e ela deu um pulo da cama, eu fiquei parado na porta do mesmo jeito desde o momento que os vi. Ashley mexeu com o homem que estava ao seu lado, ela dizia coisas, mas minha mente havia bloqueado totalmente qualquer som. Eu via tudo como se tivesse em câmera lenta. Ela tentando se cobrir com o lençol branco e ele, tentando colocar a calça. Quando eu comecei a ouvir, foi quando o homem saiu do quarto totalmente sem noção do que estava fazendo.
- Joe, eu juro que eu não queria... Acredite em mim. – ela chorava. Falsamente.
- Ashley Green, junte suas coisas e saia da minha casa.
- Joezinho, meu amor....
- Você tem uma hora para sair daqui antes que eu te expulse daqui com a roupa do corpo. Quer dizer, nem roupa você está usando neste momento, não é?
- Eu juro que...
- Não jure em vão, Ashley! - pensei por um instante, eu não vou ficar guardando raiva. - Eu devo ser um idiota mesmo... Para não imaginar que você estava me traindo. Me diga, Ashley: há quanto tempo vêm nascendo galhos na minha cabeça? Há quanto tempo? - ela estava em silêncio, não aguentei e tive que gritar. - Responda!
- Quer mesmo saber a verdade?- Ashley limpou as lágrimas, que eram falsas, óbvio. - Eu NUNCA, em momento algum senti algo por você, Joe. E também não fui expulsa de casa, nem nada, foi tudo uma armação. Eu e Half queríamos o seu dinheiro, entendeu? Só o seu dinheiro, que é a única coisa boa em você! – Ashley começou a se vestir. - Acho que foi até bom isso ter acontecido, porque eu já não estava aguentando mais você. Esse jeito de ser certinho, de eu ter que fingir ser a dona de casa perfeita! Joseph, eu nunca cozinhei! Eu sempre fingi... E a casa? Eu também não arrumava, pois eu ODEIO fazer serviço doméstico. Enquanto eu estava aqui com você, era mais fácil descobrir a sua senha e pegar o seu dinheiro, seu idiota!
Eu queria que ela parasse de falar, pois eu não queria mais saber a verdade.
- Ashley, vá embora da minha casa.
- Claro! Olha, eu passo aqui outro dia para buscar minha roupas, ok?- ela saiu do quarto e eu numa atitude desesperada, peguei algumas roupas dela e atirei pela janela no momento que ela passava pela porta.
- Joseph Adam Jonas, pare com isso! – eu joguei todas as roupas que eu podia ver e quando terminei, ou pelo menos achei que tinha terminado vi ela e o tal homem pegando as roupas dela do chão.
- Sua VADIA!- gritei tão alto que os cachorros começaram a latir. - Adultera! - eu queria dizer mais, mas eu não conseguia. É muita crueldade para uma pessoa só. – Eu odeio você! – eu disse com tanto ódio, que por um momento achei que ela se ofendeu.
A primeira coisa que me passou pela cabeça naquele momento foi em ligar para o banco, sorte minha que eu tenho um conhecido que é gerente do meu banco, falei diretamente com ele, para ele não deixar nenhum dinheiro sair da minha conta sem a minha autorização enquanto eu não mudava de senha.
Parecia o fim aquilo, era como uma faca que atravessava o meu coração, eu não sabia o que fazer, rapidamente lembrei da garrafa de vinho que comprei quando cheguei a pensar que queria pedir essa vadia em casamento.


Continua...    s2


Por hoje é só meninas, espero poder postar mais amanhã. Se eu tiver mais de cinco comentários de pessoas diferentes, eu posto três capítulos igual eu comecei neste mês. 
Beijocas!
BahChris.