sexta-feira, 3 de junho de 2011

Capítulo 55: Primeira vez_ parte 2

Lembrou do que Joe disse sobre o jeito com crianças e resolveu não atrapalhar o momento “irmão”, deixou passar. Voltou para sala com um sorriso vitorioso no rosto...

Dianna: Pronto? Conferiu?

Demi: (ainda sorria) Sim...

No dia seguinte (Domingo)...

Demi não comentou nada sobre o que viu, deixou que ele mesmo contasse. Bom, conhecendo bem, sabia que não seria agora que ele contaria.

Vira e mexe Joe dava umas bisbilhotadas no quarto de Caroline, pois gostou do resultado que teve.

Estavam assistindo a um filme qualquer que passava todas as tarde de domingo, quando Dianna pediu que Demi olhasse Carol.

Demi: Ah não... Quero saber o final! Vai lá, Joe!

Claro que era tudo armação!

Joe: Eu?!

Dianna: É, não custa nada... É só olhar!

Paul: Deixa que eu vou! (quando se levantou)

Demi: Não! Joe, vai deixar seu pai que está tão cansado levantar?

Joe: Já fui, Demi! (saiu)

Dianna: Está aprontando o que, Demi?

Demi: Nada!

Com Joe...

Quando entrou no quarto de Caroline, ele estava acordava e “cantando”... Como já conhecia a estratégia de Dianna de deixá-la sem atenção, pensou um pouco antes de pegá-la, mas como sentia saudades da pequena no seu braço, a pegou... E brincou!

Com o pessoal na sala...

Dianna: Joe está demorando... Vou ver!

Demi: Não, daqui a pouco ele desce!

Paul: Acho melhor ver...

Demi: Deixa que eu vou então...

Demi não queria atrapalhar, então só observou... Escondida, lógico!

Desceu fingindo indiferença... Como se estivesse tudo normal...

Dianna: Então?

Demi: Tudo bem,lá...

Dianna: E Joe?

Demi: Não estava no quarto dela...

Minutos depois, Joe desceu...

Paul: Nossa, que demora, hein?! Quase perde o fim do filme.

Joe: É... Eu fui no... Banheiro!

Demi: Demorou muito! Está com dor de barriga? (provocando-o)

Joe: Não, eu... Estou ótimo!

Dianna: Então fica aí, sentado e calado, porque eu quero ouvir o final do filme.

Joe: Você quem manda, sogrinha!

Paul: Joe, sabe o que eu estava pensando...? Dianna é sua sogra e madrasta... (riram, até Dianna que queria assistir ao filme) Coitado!

Dianna: Como é?

Paul: (mentindo) Coitado do carinha do filme, depois de tanto sofrimento ainda quase morre.

Dianna: Estão vendo? Depois de um ano de casado dá nisso... Tem a filha que queria, não precisa mais me mimar... (remedando-o) “Coitado?!”

Joe : Eu que digo agora pai... Coitado! (riram)

Terminaram de ver o filme em silêncio...

Mara não estava em casa, pois era domingo. Então, quem cuidava de tudo nos domingos eram Dianna e Demi. Como decidiram fazer um jantar especial com toda a família, as duas estavam atarefadas na cozinha. Paul foi buscar num quiosque algumas coisas que estava faltando e que eles precisariam.

Como o trabalho era grande, colocaram Joe para ajudar também, enquanto cortava legumes no balcão, Caroline chorava sem parar no carrinho, ninguém podia dar a atenção que ela queria, só Joe.

No momento que Dianna e Demi estavam de costa, Joe brincava com ela e ela parava de chorar, mas quando ele, por segurança, parava de brincar, Caroline voltava a chorar.

Joe: Terminei de cortar tudo... Precisam mais de mim?

Demi: Não... Tá liberando!

Joe: Que cheiro é esse? Tem alguma coisa azeda aqui na cozinha...

Dianna: Não, é Caroline... Acho que ela precisa ser trocada, por isso chora tanto.

Demi: Joe, porque não vai trocar?

Joe: Está falando sério? Eu nunca troquei um bebê!

Demi: Para tudo na vida existe sua primeira vez. Joe, por favor! Estamos muito ocupadas agora... Por mim!

Joe: Demi, eu... Ah! O que eu não faço por você...?

Ele saiu da cozinha com Caroline no colo, que automaticamente parou de chorar!

Dianna: Demi, o que pretende empurrando a Caroline para Joe.

Demi: Joe me disse que não tem jeito com crianças, mas ontem eu o peguei brincando com Caroline no quarto, mas o cabeçudo não admite que tem jeito sim com bebês, então, eu tô tentando ajudá-lo.

Dianna: Só você, Demi!

Demi: Será que eu posso espiar?

Com Joe...

Caroline estava deitada e Joe olhando para ela... Não sabia como começar. Primeiro de tudo, tampar o nariz, pensou Joe. Ela ria quando Joe fazia careta...

Joe: Você ri, né danada!? (riu mais, e ainda com os dedinhos na boca) Vamos lá, Carol... Já vi várias vezes Demi e sua mãe fazerem isso... Não é difícil, mas você tem que me ajudar e se mexer o menos possível, tá? Posso contar com você?(Caroline mexeu os bracinhos na direção de Joe...) Vou contar como um sim...

Joe começou muito bem tirando a calça, e quando chegou na fralda, ficou sem ar...

Joe: Como um bebê tão pequeno faz um troço tão fedorento?!

Tirou toda a fralda com cuidado e limpou o bebê com o lenço umedecido, voltou a colocar a fralda plástica e a calça. Para a primeira vez... Joe se saiu muito bem, e o mais engraçado era que Caroline não se mexeu, perdeu mais tempo “engolindo” seus dedinhos e rindo de Joe, do que se mexendo...

Assim que terminou, ergueu Carol e virou-se para a porta... Demi estava encostada na porta, admirando seu noivo dar uma de papai


Continua...


Oi galerinha linda do meu coração! Como estão? Espero que esteja tudo ótimo! Hoje (sexta- feira)resolvi postar já que vocês comentaram mais que o esperado... Seis comentários, está bom, né? Por falar neles, os amei... Demais. Levanta qualquer um, e como essa semana foi muito difícil, acho que complicada é palavra certa, Quando os li, fiquei muito feliz.

Sabe o que me deixaria mais feliz ainda, que até brotaria um sorriso na minha face? Mais de dez comentários! Façam o possível, pelo menos por um sorriso de uma adolescente completamente complicada.

Amo muito vocês!



Últimos capitulos

domingo, 29 de maio de 2011

Capítulo 54: Primeira vez _parte 1

No final de semana...

Desde o dia que Demi teve a oportunidade de cuidar da irmã pela primeira vez, Dianna não teve mais sossego, Demi queria cuidar da pequena como se fosse sua filha e sempre dizia: “Joe, quero ter um bebê!” Claro, está um pouco cedo para isso, mas Demi nem ligava, já Joe ficava assustado com a questão...

Nesse final de semana, não foi diferente, Demi agarrava a pequena Carol por toda a parte... Dava comida, banho, dormia com ela... Demi cuidava como se fosse sua filha, e Joe? Completamente assustado com aquilo, fora que Demi o largava todas as vezes que Carol chorava, mesmo que Dianna estivesse por perto.

Mais uma vez Demi estava com a Caroline nos braços, conversando com ela... Enquanto Joe observava inquieto.

Joe: Demi, você não acha que Caroline sente falta da mãe?

Demi: Não Joe, ela gosta de ficar comigo... Nem chora!

Joe: Claro, você faz tudo que ela quer...

Demi: Não é para tanto, Joe.

Joe: É sim, toda vez que ela chora o que você faz...

Demi: Procuro algo que ela quer...?

Joe: Exatamente! Eu sei que quer ajudar a sua mãe, mas você praticamente adotou a menina... Ela é nossa irmã, Demi!

Demi: É... Você tem razão... Vou colocá-la no berço e deixar que minha mãe cuide dela...

Demi, com muito sacrifício, colocou Caroline no seu berço, mandou beijinhos no ar demonstrando que sentiria falta. Joe estava por perto, achou engraçado e tentou ajudar...

Joe: Demi, você não vai deixá-la para sempre... Só por um tempo!

Demi: Eu sei... Mas ela é tão fofa que já sinto saudade!

Joe: O que acha de sair...

Demi: Ótimo!

Na praça, Demi e Joe saboreavam um sorvete, e Demi tagarelava. Joe nem imaginava que Demi falaria de Caroline o tempo todo... Mas deixou que ela falasse, sabia que os instintos de mãe estavam dominando-a e logo seria a vez deles serem pais, mesmo que Joe quisesse um filho só mais tarde.

Joe entrou na onda também, mostrando para ela que estava ao lado dela para o que der e vier...

Demi: Tinha que ver, Joe.. Ela riu pra mim...!

Joe: Ótimo! Sabia que ela nunca sorriu para mim? Será que ela não gosta de mim?

Demi: Não, Joe... É que você nunca fica com ela e nem conversa.

Joe: Demi, conversar com um bebê? Ridículo!

Demi: É... Geralmente ela fica quieta, todos os bebês. Eles gostam de ser tratados como todas as pessoas, adoram conversar, cantar, chupar os dedinhos... É tão fofo, não acredito que não percebeu!

Joe: Não, quer dizer, nunca parei e observei um bebê...

Demi: Joe, quer criar nossos filhos desse jeito como?

Joe: Nossos?! No plural?

Demi: É... Vamos ter quantos filhos?

Joe: Eu que pergunto. Um só está bom... Eu até queria outros, mas depois de acompanhar Caroline, acho que um é demais.

Demi: Como você pode? Joe, eu não acredito que ouvi isso. Você nem chega perto da Carol...!

Joe: Claro que não... Do jeito que ela chora, prefiro manter distância...

Demi: Ela chora, porque sabe que o próprio irmão não gosta dela.

Joe: Não disse que não gostava... Só não tenho jeito com criança, Demi.

Demi: Larga de ser bobo, Joe. Não precisa ter jeito, é só brincar!

Joe: Pois é... Para você é fácil, mas eu não consigo... Chegar e brincar!

Demi: Isso é insensibilidade!

Joe: Não sou insensível!

Demi: Tudo bem, Joe... Vamos parar por aqui... Eu já te entendi... Você não tem “jeito”!

Fingiu concordar já que com o Joe é difícil entrar num consenso.

Joe: Até que fim...

Finalmente cessaram o assunto “Caroline”, quer dizer, “bebês”. Conversaram só sobre o noivado.

Mais tarde, chegaram em casa...

Joe: (gritando) Oi família!

Dianna: Joe, não grita! A Carol dormiu agora.

Joe: (sussurrou) Desculpa... Vou para o meu quarto. (beijo, na Demi, claro!)

Joe estava no seu quarto lendo, estava cansado já... Há uns tempos Joe e Demi não tiravam a cabeça do casamento e estavam sem atenção a outras coisas. Demi conseguiu canalizar sua atenção para Caroline, mas Joe não tinha outra coisa que e o fizesse distrair.

Ligou a tevê e nada... Computador, o mesmo que a tevê... Então teve ideia de ir para a sala conversar com o pessoal mesmo que não quisesse.

Ao passar pelo corredor, escutou “vozes” vindo do quarto de Caroline... Curioso, olhou achando que pudesse ser a Demi matando as saudades, mas quando apontou na porta, não havia ninguém, era própria Caroline com suas gargalhas gostosas... Ela “cantava” e chupava os dedinhos como se fossem chocolates... Joe havia ficado encantado com a pequena tão indefesa...

Joe: É verdade... Você tem um sorriso fofo!

Assim que Joe falou a pequena se assustou, fez um biquinho fofo para chorar, Joe ficou desesperado. Segundo ele, não tinha “jeito” com criança.

Joe: Não, chora não... O que eu tenho que fazer para você não chorar?

Realmente, ele estava conversando com a pequena e ao perceber o seu ato lembrou-se de Demi, “Não precisa ter jeito, é só brincar!”.

Joe: É brincar!

Tentou fazer algumas caretas achando que Caroline fosse rir, mas ela chorou. Desespero era apelido pelo o que o Joe passava...

Na sala com resto do pessoal...

Demi: Own’t a Carol está chorando... (já estava se levantando quando...)

Dianna: É melhor deixar, Demi... Ela está muito mimada, qualquer chorinho ela já é atendida. Deixe-a daqui a pouco ela para. (Demi sentou-se novamente, emburrada, lógico!)

Com Joe e seu desespero...

Joe: Carolzinha, não chorar, vai?

Mesmo sem jeito, pegou Caroline no colo... O que fazer? Após pensar um bom tempo. Começou a cantar “Boi da cara preta”!

Joe: “Boi, boi, boi... Boi da cara preta, pega a Corolzinha que tem medo de careta!” Com essa música ela vai chorar mais! (Começou outra) “Nana neném,que eu a Cuca vai pegar...” Piorou!

Brincando, colocou Carol no alto com a mão... Caroline riu, finalmente! Daí por diante Joe não precisava nem de esforço, ela sorria à-toa.

Na sala com Dianna e Demi...

Dianna: Viu?! Não disse que ela ia parar sozinha...

Demi: Não custa dar uma olhadinha, né?

Dianna: Vai Demi! Só não a deixe te ver!

Demi: Deixa comigo! (saiu)

Dianna: Duvido!

Como a ideia era não deixar Caroline vê-la, caminhou sorrateiramente pelo corredor, assim que chegou à porta viu seu noivo com a pequena Caroline dando gargalhadas incansáveis e gostosas de ouvir...

Lembrou do que Joe disse sobre o jeito com crianças e resolveu não atrapalhar o momento “irmão”, deixou passar. Voltou para sala com um sorriso vitorioso no rosto...

Dianna: Pronto? Conferiu?

Demi: (ainda sorria) Sim...

No dia seguinte (Domingo)...

Continua...



O que será que Demi vai aprontar?



Meninas, se eu conseguir mais comentários, eu posto mais. Dois é muito pouco, não esqueçam estes são os últimos capítulos.

sábado, 28 de maio de 2011

Capítulo 53: Colocando tudo em pratos limpos

ÚLTIMOS CAPÍTULOS...


Deixou-a no quarto...

Demi: Precisamos conversar, não é?

Joe: Sim, mas eu preciso de um banho...

Demi: Tá, te espero aqui...

Joe foi ao seu quarto e tomou o desejado banho, foi para o quarto da noiva e deitou ao seu lado...

Olhavam profundamente um para o outro, a vontade de abraçar, beijar e apertar estava sem de limite, mas antes tinham que conversar...

Demi: Acho que precisamos conversar sobre tudo isso que aconteceu para depois tomarmos uma decisão final.

Joe: Também acho... Posso começar?

Demi: Pode.

Joe: Eu queria muito ajudar Sel e Nick, queria mesmo que eles ficassem juntos, ver o Nick sem Selena, mostrava como eu ficaria sem você. Liguei para Selena convidando-a para uma conversa, marcamos para a hora do almoço. Não queria que você fosse, pois conversaria só com ela, tinha estratégia para fazê-la voltar com Nick. Todas as minhas armações se esvaíram quando me disse que estavam ficando... E me pediu para não contar a ninguém sobre o momento que eles estavam passando. Estava disposto a contar para você que não havia almoçado com o Doutor e sim com Selena, mas sabia que faria muitas perguntas e acabaria entregando tudo e perderia a confiança da Sel. Não era uma mentira que levaria para o túmulo, mas não pensava em contar agora. Talvez quando Nick e Sel voltassem firmes... Mas tudo virou-se contra nós e acabei perdendo a sua confiança.

Demi: Quando saiu para o almoço, notei que havia esquecido seu celular, sempre soube que sua vida é esse celular. Bom, quando fui atrás de você para devolvê-lo... Fátima me disse que você havia ido de táxi, minha desconfiança começou aí, pois você havia dito que iria com o Doutor Roberts, e Fátima também disse que ele fora almoçar mais cedo, com a família. Tive certeza que estava mentindo para mim. Pensei numa possibilidade de ter havido um engano de horários entre você e ele, mas você almoçaria comigo se houvesse um engano. Depois do almoço, Ashley foi a minha sala e disse que te viu com uma mulher. Com todas as coisas que eu sabia e com o que ela falou, eu surtei...

Joe: E com razão, meu anjo... Eu me coloquei no seu lugar, também me condenaria, mas agora que sabe toda a verdade, quer mesmo separar?

Demi: Não Joe... Eu não quero me separar de você, ainda quero me casar e hoje tive a certeza de que quero ter filhos seus...

Joe: Te amo.

Joe a beijou, mais de vinte e quatro horas sem beijos era quase a eternidade, era como tirar o ar que os faziam sobreviver.

Demi: Também te amo muito. (selinho)

Joe: Ainda tenho que te contar uma coisa. Demi, quero que saiba que nada disso é minha culpa, eu nem imaginava quem poderia ser o culpado disso tudo, mas agora eu sei quem foi...

Demi: Antes de dizer quem foi o culpado, diga a culpa.

Joe: Há boatos no hospital apontando a minha “traição”. Creio que seja pelo almoço com a Sel.

Demi: E você acha que é quem o culpado?

Joe: Quando você contou quem te disse sobre o restaurante...

Demi: Ashley?! Você acha que ela contaria a todos?

Joe: Não a todos, mas acho que ela contou a alguém que contou para outro alguém e já viu, né?

Demi: Joe, você tem certeza? Eu acho que não foi ela...

Joe: Não estou dizendo que foi, mas acho que foi ela sim.

Demi: Se isso começou com ela, com certeza ela não tinha a intenção de fazer fofoca.

Joe: Não sei, Demi.... Conhecemos a Ashley há pouco tempo para dizer que ela é boa pessoa.

Demi: Nem que é má.

Após algum tempo de conversas e beijos, adormeceram...

Na manhã seguinte, Demi resolveu ir ao hospital, mesmo sabendo do boato existente por lá, sabia que podia confiar em Joe, o melhor de tudo, sabia de toda a verdade...

Dentro do carro, no estacionamento do hospital...

Joe: Confiante para entrar?

Demi: (respirou fundo) Sim...

Entram no hospital de mãos dadas, por onde passavam havia cochichos dos funcionários do hospital, todos estavam “por dentro” da situação, pelo menos era isso que eles achavam.

Joe a acompanhou até a sala.

Joe: (tentou amenizar a situação) Com o tempo eles param...

Demi: Mas até lá, eu fico aqui dentro... Quero evitar falatório.

O que Demi queria não foi o que aconteceu... A cada trinta minutos uma pessoa entrava em sua sala para contar que o seu noivo havia lhe traído, mas era cada história... Alguns diziam: “Ele beijou...”; “Ele dormiu com ela...”; “Demi, viram o Joe com um travesti!”; “Com... Três mulheres...”

Demi não sabia mais o que fazer, ou o que dizer... Às vezes ria, ou fingia interesse pela história, mas estava ficando chato, ela não suportava mais. Até que o faxineiro, de meia idade, entrou na sala, Demi sem olhar quem era gritou:

Demi: Chega, chega! Não aguento mais, querem parar de me encher?! Eu vim fazer o meu trabalho! Será que eu não tenho um minuto de paz?! (ao reconhecer o faxineiro) Jake ( o nome do faxineiro) Desculpa, eu não queria... Eu só... ( desconversou) O que você queria mesmo?

Jake: Eu só queria saber se queria alguma coisa... Hoje, você não saiu da sala, você geralmente gosta de passear pelo hospital...

Demi: Bem, é que hoje... As coisas não estão boas como elas sempre foram.

Jake: Eu sei... Já me contaram. Bom, eu acho que você não deve acreditar em tudo que ouve... Joe é um cara bem bacana. Não estou dizendo isso só porque ele aumentou meu salário, mas ele a ama. Isso a gente enxerga de longe.

Demi: Obrigada, Jake, mas eu não acredito no que todos estão dizendo... Eu sei quem estava com Joe no restaurante, não era travesti, não eram amantes e tenho certeza que ele não dormiu com ela. Eu até tive uma desconfiança, mas agora já está tudo certo... Só foi uma coisa de momento... Muito obrigada por tentar ajudar.

Jake: E porque está trancada nesse cubículo até agora?

Demi: Porque eu queria evitar falatórios...

Jake: Pois é, mas não adiantou nada... Todos vieram ao seu encontro.

Demi: É, porém os cochichos não cessam...

Jake: Mesmo achando que deve sair daqui... Vou te trazer alguma coisa para comer.

Demi: Te amo, sabia?

Jake: Deixa o Joe saber disso...

Demi: É nosso segredinho... (pisca o olho)

Demi pensou muito no que Jake falou, valia mesmo a pena ficar trancada ali dentro para evitar fofocas? Evitar o que? Fofoca foi o que ela mais escutou lá dentro, fora de lá daria no mesmo.

Jake trouxe seu “lanchinho”, Demi agradeceu, porém continuou seu trabalho. Após um longo tempo pensando se valeria à pena ficar trancada naquele escritório efêmero, até que chegou a uma conclusão: Jake tinha razão!

Demi saiu daquele “escritório” no final do corredor, avistou Joe, correu ao seu encontro e lhe deu um beijo, todos puderam ver e ainda os aplaudiram.

Demi: Te amo muito, Joe. (beijo)

Joe: Também, princesa.

Após a cena para todo o hospital, a fofoca não era mais sobre a traição e sim, do amor que ambos tinham, no sentimento belo que compartilhavam...

Continua...


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Meninas, eu não posso responde-las, pois estou realmente sem tempo. Só quero que saibam que está acabando de verdade, o último capítulo será o capítulo 60, que já está escrito. Eu chorei quando digitei “fim”, mas foi preciso.Espero com todo o coração que gostem de ler, o quanto goste de escrever. Foi um ano escrevendo essa história, e alguns meses compartilhando-a com vocês.

Em breve irei colocar a sinopse e fornecer o nome. Um beijo bem carinhoso no coração de vocês.

BahChris



Gostaria de deixar um beijo especial para uma amiga, que me acompanhou em cada palavra dessa, e outras histórias minha: Ruh, te adoro amiga. Muito obrigada por este carinho todo que você teve por mim.

Beijões.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Capítulo 52: Decisão final

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Meninas, sei que não cheguei ao décimos comentário, mas passei para avisar que já terminei a história, só depende de vocês para postar o resto. Aproveitei e deixei o capítulo 52 aqui. Beijos!

Logo o sol já invadia a casa, mesmo sem dormir bem, Demi estava completamente disposta a enfrentar o que deixou para trás. Valeria a pena esse sacrifício?

Joe dormiu, mas ainda pensava em sua noiva, ou ex-noiva, a essa altura ele nem sabia mais.

A mesa estava farta, Demi havia preparado um café maravilhoso para sua amiga. Demi sorria, o que era completamente estranho, já que foi “dormir” triste.

Sel: Bom dia!

Demi: Bom dia!

Sel: Não vai trabalhar hoje?

Demi: Não, hoje vou ficar em casa... Isso me lembra de ligar para Joe. Posso?

Sel: Claro, já disse que você já é de casa.

Rapidamente Demi alcançou o telefone:

Início da conversa:

Joe: Oi!

Demi: Joe, sou eu Demi.

Joe: Graças a Deus que você ligou, eu queria muito conversar com você antes de irmos para o trabalho.

Demi: Então, é sobre isso que eu gostaria de falar. Eu não vou hoje.

Joe: Isso é ótimo. Tem coisa acontecendo no hospital que eu não queria que presenciasse. Mas eu queria conversar com você antes do meu almoço, pode ser?

Demi: Que tipo de coisas?

Joe: Depois te conto tudo com calma.

Demi: Por que não fica também? Assim conversamos melhor...

Joe: Eu não posso ficar, mas eu vou agora. Resolvo os problemas pendentes e depois volto e conversamos, pode ser assim?

Demi: Pode... Consegue chegar antes do almoço?

Joe: Consigo, estará em casa ou quer que eu vá te buscar?

Demi: Não precisa me buscar, vou para casa sozinha...

Joe: Ainda está magoada comigo?

Demi: Conversamos sobre isso mais tarde, Joe. Te amo.

Joe: Também te amo muito, beijos. Tchau.

Fim da conversa...

Sel: Você vai me contar o que está planejando ou eu vou ter que perguntar?

Demi: Eu te conto, é o seguinte...

Com Joe...

Ashley: Vai contar tudo a ela?

Joe: Claro! Depois do que houve eu não quero que Demi desconfie de mim de novo.

Ashley: Isso é ótimo para vocês... Eu vou indo...

Joe: Quer carona?

Ashley: Não, eu vim com o meu carro.

Cada demonstração de amor de Joe por Demi afetava demais Ashley, pois desde o primeiro momento que viu Joe se apaixonou, mas infelizmente Joe e Demi estavam muito felizes.

Ashley sempre foi muito azarada quando se diz respeito ao amor, sempre gostava de homens compromissados, ou gays desde a adolescência nunca conseguia um AMOR de verdade. Por ter conhecido Demi primeiro, Ashley não conseguiu se mover para afetar o amor deles.

Joe mesmo no hospital, só pensava em Demi. Seria perdoado?

Demi, ao contrário de Joe, estava bem calma, pensava que sabia o que estava por vir, mas na verdade não sabia de nada.

Por todo o hospital estavam correndo fofocas sobre a possível traição de Joe. Ninguém sabe como aquelas fofocas começaram, mas alguém as começou. Isso é horrível para o casal, já que estão enfrentando problemas...

Demi foi para casa esperar Joe, sua mãe estava no sofá, enquanto Caroline estava dormindo no carrinho perto do sofá. Demi cumprimentou a mãe e beijou a pequena Lovato Jonas dormindo.

Dianna: Você já sabe o que vai fazer?

Demi: Sim, eu vou conversar com Joe hoje, daqui a pouco.

Dianna: Eu sei que é difícil, ainda mais depois de tudo o que aconteceu, mas pensa bem... Estão quase se casando, sabe que é uma decisão final, não é?

Demi: Eu sei... É isso que me deixa mais assustada. Saber que mais tarde, Joe vai ser meu marido e a confiança, o respeito entre nós terá de aumentar. Às vezes acho que sei o que fazer, outras acho que é burrice.

Dianna: Isso é verdade, acho que conversar e entrar num acordo os dois juntos é a melhor solução.

Demi: Como Joe e eu vamos entrar num consenso se ele não pensa? Joe pensa só quando quer, às vezes é difícil conversar com ele.

Dianna: Imagino, parece o Paul, mas tente. Não custa nada tentar.

Demi: Pois é... Eu vou para o meu quarto tomar banho...

No hospital, Joe não parou um segundo. Todos os pacientes resolveram passar mal ou marcar consulta no mesmo dia. Ele não teve tempo nem de ligar e quando finalmente pode ligar, caiu na caixa postal. Ligou para casa, Dianna atendeu e disse que Demi estava no banho por isso não atendeu o celular, Joe pediu que Dianna desse o recado.

Dianna foi ao quarto de Demi, que, de toalha, abriu a porta...

Dianna: Joe disse que não vai poder vir para o almoço, segundo ele o hospital está um caos total.

Demi: Será que precisam de mim?

Dianna: Por que não liga para ele?

Demi alcançou rápido o celular, e discou para o noivo...

Joe: Demi, eu infelizmente não vou poder sair do hospital hoje tão cedo...

Demi: Minha mãe me contou, o hospital precisa de mim?

Joe: Não, é melhor você não vir para o hospital , pode não gostar muito do que está havendo aqui...

Demi: Diga o que está havendo?

Joe: Inventaram coisas aqui... Demi, é melhor ficar, depois conversamos, por favor!

Demi: Tudo bem... Boa sorte, te amo.

Joe: Também te amo muito...

Demi desligou o telefone...

Dianna viu a expressão preocupada de Demi.

Dianna: O que aconteceu?

Demi: Joe disse que é melhor eu não ir... Disse que eu não vou gostar do que está acontecendo...

Dianna: Ele disse o que está acontecendo?

Demi: Não, quer dizer, mais ou menos, disse que inventaram coisas. Não entendi no que isso me impede de trabalhar.

Dianna: Se ele disse para não ir, porque você vai...?

Demi: Eu não vou.

Dianna: Mas estava pensando em ir...

Demi: É, mas eu não vou. Eu só estou curiosa para saber o que está acontecendo...

Dianna: Joe vai te contar com calma.

Demi aproveitou o dia com a mãe e com a irmãzinha fofa. Demi adorou ninar e dar a mamadeira a pequena... Na verdade, Demi teve um dia de mãe.

Já estava, quer dizer, já havia passado a hora de Joseph chegar, Demi estava impaciente. Nada a distraía, a pequena já dormia.

Sem ter o que fazer ligou a tevê no canal de fofocas, não prestava a atenção em nada, mas acabou pegando no sono no sofá mesmo.

Joe chegou eram onze horas, nunca chagara tão tarde assim. Encontrou sua noiva largada no sofá, estava tão serena. Tina certeza que ela o esperava, Joe a pegou no colo e ela acordou, já que seu sono era leve.

Deixou-a no quarto...

Demi: Precisamos conversar, não é?

Continua...

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